Falar Televisão

Loucas Audiências

Já lá vai quase um mês de exibição e há uma realidade que se tem vindo a confirmar. A aposta da TVI na nova história de Tozé Martinho foi mais do que acertada. E, depois de tantos adiamentos, o sucesso, finalmente! Pode parecer um exagero, mas não o é.

Há muito que uma telenovela de horário nobre não conseguia uma média tão boa. Há muito que as audiências das histórias da televisão de Queluz de Baixo vinham a cair. No fundo, Louco Amor não passa de “mais uma novela”, perdoem-me os fãs. Não tenho seguido tanto quanto queria, é verdade, mas do que já vi, li e ouço, é apenas e só “mais uma”. A história central soa a velho, mas tem um lado actual comum nos argumentos de Tozé Martinho.

O elenco é de luxo, sem dúvida, mas há núcleos que parece que já vimos em algum lado. Fernanda Serrano, Bárbara Norton de Matos e Sofia Grilo parecem iguais às personagens que tinham em Sedução e que partilhavam alguma ligação. José Carlos Pereira continua o mesmo galã que vimos em tantas outras histórias.

Ainda assim, tudo isto conjugado é simbolo de audiências. E aí, não há nada a apontar. Louco Amor vai mesmo na frente e em tal posição deverá continuar ao longo dos próximos dias. E prova que os portugueses querem mesmo histórias que já ouviram vezes sem contas, mas contadas com uma embalagem aparentemente diferente. É a realidade. E aí, a TVI esteve muito bem. Fez a vontade e conquistou números elevados.

 

 

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