Falar Televisão

A linha da paixão

FalarTelevisãodestaque

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É em modo relâmpago que escrevo a crónica de hoje, não fosse a mesma incidir sobre a estreia de I Love It, que aconteceu… bem, há uns poucos minutos atrás. E parece que a seguir ao Jornal das 8 ainda há mais um episódio para ver.

De facto, depois do fim dos Morangos com Açúcar, as tardes da TVI ficaram com um vazio acentuado. Quer se gostasse ou não do projeto – que lançou nomes como Benedita Pereira ou Cláudia Vieira – temos que reconhecer que este deixou a sua marca na estação de Queluz. Porém, Doida por Ti, a trama que se seguiu, não põe as audiências nem tão pouco «doidas» e, assim, a solução passa por arriscar. E arrisca-se com I Love It, um «batido» juvenil que tem tudo para agradar ao público mais novo (e não só, claro). A série pode não ser nada do outro mundo, mas vem certamente refrescar a ficção nacional. Pelo que sei, é gravada de uma forma totalmente inovadora e paira no ar que o elenco está a dar o máximo dos máximos para conquistar a atenção do telespectador. Looks good!

Acabei de assistir ao primeiro episódio e, como é habitual nos primeiros episódios, ficamos sempre fascinados e incrivelmente encantados. E apaixonados. No fundo, é isso que se quer: deixar o público agarrado, in love. Só é pena a linha da paixão não se manter durante muito tempo. Ora, o que eu quero dizer com isto é que, mais frequentemente em Portugal, os capítulos iniciais das produções fictícias costumam dar a entender que vem aí uma grande história. Contudo, na maioria dos casos, o interesse vai caindo a pique. Porquê? Porque os episódios que se seguem começam a ficar monótonos, chatos, sem desenvolvimento. Enfim, aborrecidos! A emoção e a adrenalina dos primeiros tempos da trama têm tendência a diminuir, digamos.

Resumindo (que já devem estar a pensar: «Este nunca mais se cala!»): I Love It teve um bom arranque (gostei) e espero que assim continue daqui para a frente. Pontos positivos: (1) boa qualidade de imagem; (2) finalmente acabaram-se os dramas à volta da escola (aqui o cenário é outro); (3) boa ideia de juntarem personagens com vários sotaques e de diferentes nacionalidades (sim, alguém inspirou-se em Skins); (4) os atores desta série parecem ter as quantidades certas de um ingrediente muito importante em televisão (carisma) e… vamos lá ver o que acontece a seguir!

Veja aqui a entrevista que o aTV fez a alguns dos principais atores de I Love It:

  • Marcos Teixeira

    nada haver com Glee. é mais morangos com açúcar.

    • candy

      Nessa cabeça deve só ter cimento -.- publicas-te essa mesma frase para aí vinte vezes na página -.-

      • doce

        cimento deve ser antes na tua oh fanática

        • candy

          Pronto! agora vens tu em defesa da princesa… poupem-se fanáticos é aquele ali em cima -w-

          • doce

            defender a princesa?tu e que passas a vida a defender a lolipop, tanto q nao se casaram e ela agora mudou o nome para agnes.

          • candy

            O doce, vai ver se ta a chover!

          • doce

            O candy, vai ver se ainda há vagas na escola para aprenderes a escrever!
            A maneira correta de escreveres seria: “Oh doce, vai ver se está a chover!

          • candy

            Oh doce devias ver as mensagens que escreveste em cima :# sem qualquer tipo de assentos e o mais estúpido ”q” em vez de ”que” tens uma moral…

          • Guest

            Uma coisa é escrever sem acentos e abreviar para linguagem de internet…outra completamente diferente é nao saber escrever, como é o teu caso.
            Porra, tu és chata p’ra caraças.

          • candy

            Oh guest, chato és tu que vieste-te meter! e isso não é justificável por mais que seja linguagem da Internet não é linguagem correcta… Vai perguntar a tua professora e vais ver o que ela te responde e eu graças a Deus sei escrever!

            PS: não te esqueças que ”nao” tem um tilde 😉

  • AGNES

    Concordo. Força I LOVE IT!

  • André Reis

    eu acho que isto é muito morangos com açúcar, com skins não acho até porque não são alucinados nem fumam drogas nem bebem.
    Acho que é a mesma história de sempre, meninos bonitos e ricos com uma vida desafogada, com os dramas de sempre, se a intenção era imitar skins nada tem a ver e está como sempre a visão cor de rosa dos miúdos do dia de hoje, não tem nada de real, e acho que a ficção nacional precisa de realidade e não do mundo cor de rosa e agradável, precisamos mesmo de versões de shameless e skins que são séries realistas e interessantes não de mais morangos e afins

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