Falar Televisão

Estão quase a chegar os novos chefs!

Sei que ainda faltam alguns dias (na verdade, 11 dias!), mas já estou «em pulgas» para a chegada da versão nacional de «Top Chef» à RTP1. E num dia em que foram revelados os concorrentes deste programa, a curiosidade aumentou!

Gosto de «Top Chef». Ponto. A versão nacional poderia passar em qualquer canal nacional que eu de certeza que iria acompanhar. «Iria» e vou, porque o programa ainda não chegou ao ecrã! É certo que ainda é cedo para análises e balanços, mas não posso deixar de falar das minhas expectativas. Expectativas essas que espero que não saiam «furadas»!

Independentemente das «guerras de bastidores» que fizeram a RTP1 abdicar de «MasterChef» e apostar no «Top Chef» (a produtora Shine impôs a produção da segunda temporada de «MasterChef» e como a RTP1 quis continuar a trabalhar com a CBV, abdicou deste formato e apostou num novo programa de culinária, o «Top Chef»), só acho que a estação pública ficou a ganhar com a mudança de formato! Querendo continuar a ter um concurso cuja temática é a culinária, o «Top Chef» é, quanto a mim, muito superior ao «MasterChef», logo é preferível fazer a versão nacional daquele programa.

O «Top Chef» é um programa onde não há tempo para «momentos mortos», para «encher chouriços». É nisto que eu espero que a versão nacional siga «à risca»! Num só programa do «Top Chef» há uma série de desafios que fazem os telespectadores ficarem colados ao ecrã durante a sua exibição. Uma pessoa envolve-se, vibra, torce pelos concorrentes. Não digo que tal não aconteça com o «MasterChef», mas de uma forma tão rápida e com tanta intensidade durante um só programa, isso não acontece!

Em cada programa do «Top Chef» há três desafios: «Prova de Fogo», «Prova de Chefs» e a «Prova de Eliminação». Se todos os programas tiverem estes três desafios (o que é habitual), então cada programa passará a correr. E talvez seja pela densidade e agilidade que as provas exibem que optaram por apostar em chefs profissionais, com alguma prática. Sinceramente, preferia que os 16 concorrentes fossem amadores, pessoas com paixão pela culinária que tentariam conquistar o seu lugar na área. Mas percebo que as exigências do «Top Chef» (devido à quantidade de provas num só programa, as exigências da mesma, a necessidade de ter bons pratos a cada desafio, etc.), para que saia um bom produto televisivo, assim o obrigue.

Em relação à apresentação, não discordo. A Sílvia Alberto esteve bem em «MasterChef» e certamente que não fará menor figura em «Top Chef». Veremos se a sua postura será outra, se a Produtora alterou a produção na mudança de formato (visto que já tinha produzido anteriormente um programa de culinária) e isso exija uma diferente apresentação da Sílvia. Neste campo, pouco posso falar… só me resta esperar para ver!

A estreia está marcada para dia 18. Mais uma vez, a RTP1 fugiu ao confronto «pesado» dos domingos à noite das privadas (visto que o formato se prolonga para lá da rentrée)! Depois de se dizer que o formato estrearia no verão, a estação pública desmentiu-o e, agora, vai mesmo estreá-lo na «época balnear». A RTP1 podia ter esperado mais umas semanas e estreá-lo na rentrée, mas, por mim, ainda bem que vão estrear o «Top Chef» agora… é menos tempo que espero pela sua vinda! E no sábado marcado, à hora agendada, lá estarei em frente à televisão para acompanhar o novo programa de culinária.

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