Falar Televisão

Contra-Informação

Falar_Televisao 2012

Poderia a seguinte crónica para relembrar com saudade, o programa  homónimo de sátira politica, que marcou especialmente o inicio da ultima década.

Mas é de mais uma chicotada psicológica no organograma da RTP, que esta crónica se debruça.

A chegada de Nuno Santos à direção de informação da RTP esteve longe de ser consensual. Em especial, porque o então ex-diretor de programas da SIC estaria afastado das lides jornalísticas há já algum tempo. Ironias à parte, Nuno Santos devolveu à estação o serviço publico que lhe compete, a seriedade que se pede e a uma grelha que assenta na informação, onde o horário nobre se enche dos demais géneros e diversos protagonistas, onde a pluralidade é assegurada.

À semelhança de Nuno Santos, a nomeação de Alberto da Ponte para presidir ao Conselho de Administração, também não reuniu consenso. A verdade é que o gestor acabou por cair nas graças da opinião pública, graças partilhadas com a Comissão de Trabalhadores que olharam à priori com desconfiança para o administrador.

E não fosse o período conturbado, a RTP respirava tranquilidade onde as notícias diárias não pareciam abalar, o rumo que a Radio e Televisão de Portugal parecia tomar.

Que a saída de Nuno Santos e do seu diretor-adjunto, Vítor Gonçalves, não causem um mal maior, numa estrutura que não aguentou tanta vedeta. É que polémicas à parte, eu, pelo menos, preciso desta RTP.

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