Falar Televisão

Assim se faz televisão

No dia em que a TVI voltou a ganhar em dia útil, inclusivé, sendo mais vista que a televisão por subscrição com uma margem considerável, o efeito «Casa dos Segredos» finalmente deu os seus frutos. Depois de, durante dias, a TVI ter estado praticamente arredada do TOP5 de programas mais vistos, o especial nomeações voltou a agitar os lugares cativos das produções luso-brasileiras que parecem fazer furor no horário nobre nacional do canal concorrente.

A estratégia de colocar os concorrentes a nomear os demais companheiros cara-a-cara surtiu efeitos. É que tais nuances, e enganem-se os que pensam ser levianas, quando adicionadas no sitio certo deixam qualquer espetador menos fervoroso em estado de êxtase.

O imediatismo e repercussão que as redes sociais e as telecomunicações dão ao espetador mais interativo criam o efeito bola de neve que o canal pretende.Os trunfos existem e são para ser jogados.

Tiraria o meu chapéu, se o tivesse, à produtora Endemol, pois assim sabe bem ver televisão. A ideia de que um programa à sua terceira edição poderá estar condenada ao desgaste é utópica e só revela desconhecimento de causa. Ainda que não valha tudo, em tempo de guerra não se limpam armas mas as criticas ao programa, sejam pelo conteúdo ou falta dele, são para mim pura demagogia. A «Casa dos Segredos» é puro entretenimento, é televisão. À Freemantle apenas um conselho: aprendam como se faz ou ponham-se a mexer.

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