A Reportagem Rubricas

Fátima Lopes – Um ano de TVI

“Fátima Lopes deixará de ter vínculo laboral na SIC a partir de hoje. A apresentadora estreou a sua carreira televisiva na SIC, há mais de 15 anos. Foi uma relação que muito orgulha a estação, que teve em Fátima Lopes uma colaboração dedicada e empenhada. A SIC deseja as maiores felicidades a Fátima Lopes no seu novo desafio profissional”

Foi este o comunicado enviado pela televisão de Carnaxide no passado dia 3 de julho de 2010. Doze meses depois, A Televisão mostra-lhe o que mudou na carreira da apresentadora.

Sexta-feira, 2 de Julho de 2010. Fátima Lopes conduz um Vida Nova aparentemente normal, sempre com a mesma boa disposição de sempre, animada e a dar o seu melhor. Despede-se dos seus telespetadores com um “até segunda! Bom fim-de-semana!” Foram as últimas palavras da apresentadora enquanto cara da SIC.

As negociações com a TVI decorriam há cerca de dois meses, no maior secretismo, sem nunca nenhum jornal ou revista as ter descoberto. Lideradas por Bernardo Bairrão, então administrador da Media Capital, escreveu-se, na altura, que somente após tomar a sua decisão, Fátima Lopes comunicou as conversações com a TVI à direção da SIC. Primeiro a Nuno Santos, então diretor de programas, seguindo-se, uma reunião no dia 30 de junho com Luís Marques, terminando a 2 de julho com Francisco Pinto Balsemão, diretor do grupo Impresa. E foi precisamente o líder do canal que tudo fez para manter a sua estrela, mas a decisão estava tomada e Fátima Lopes decidida a abraçar um novo projeto em Queluz de Baixo.

Na época escreveu-se que, para além do projeto que a esperava, também as boas relações com André Cerqueira, então diretor de programas da TVI, bem como uma “mãozinha” de Emídio Rangel, e um chorudo ordenado pesaram na decisão da comunicadora.

A primeira entrevista

Vinte dias depois de se ter despedido da SIC, Fátima Lopes concedeu a primeira entrevista a um órgão de comunicação social, no caso à revista LUX, propriedade do mesmo grupo da TVI.

A “necessidade de continuar a surpreender as pessoas, de as fazer perceber que não está acomodada ao que faz, é uma coisa que o público merece”, foi assim que a apresentadora classificou os motivos que a levaram a tomar tal decisão.

Quanto ao tão falado aumento salarial, Fátima Lopes confirmou-o: “o salário que auferia não era um salário que a contentasse” e “Para ir para um cenário financeiramente pior, se calhar não fazia muito sentido”. Todavia, não foi o fator essencial: “Não era isso que era importante. Importante, para mim, era a necessidade de crescer. Eu achei que não tinha de por números em cima da mesa, como se a motivação maior fosse o dinheiro. Não é! Entrar num leilão não é a minha forma de estar na vida. Movo-me por muitos objectivos e não me recordo de nenhum momento da minha vida em que, entre as muitas razões, o dinheiro tenha sido a primeira. Eu não quis falar de dinheiro nem de questões materiais”

Nesta entrevista, a então cara do Vida Nova fez questão de esclarecer porque não se despediu do seu público: “Na sexta-feira ainda estávamos a falar e quando chegámos à conclusão de que a decisão era para manter, esperar por segunda-feira para me despedir do público não fazia muito sentido. Quando a SIC me disse que o melhor era na segunda-feira já começar uma cara nova a apresentar o programa, eu entendi. As pessoas sabem que não me despedi porque não pude, não que não quisesse”

Após esta primeira entrevista à LUX, muitas se seguiram e em todas elas Fátima Lopes mostrou estar feliz na TVI e satisfeita com a mudança que protagonizou.

O percurso na TVI

Um ano depois da chegada à estação de Queluz de Baixo, uma das comunicadoras mais queridas pelos portugueses já deu a cara por dois programas diferentes, não esquecendo ainda várias emissões especiais.

A estreia nos ecrãs de Queluz de Baixo foi “à grande e à francesa”, como se costuma dizer na gíria. Uma gala intitulada de Somos Portugal, em que os diversos profissionais da estação mostraram aquilo que de melhor se faz no nosso país, não esquecendo o grande objetivo do evento: dar as boas vindas à recém chegada Fátima Lopes, que teve direito a uma pequena praxe da “veterana” Júlia Pinheiro.

Na altura da sua mudança para a TVI, Fátima Lopes afirmou que um dos motivos que a levaram a deixar a SIC foi para “não estar presa a determinados formatos. De continuara crescer, de evoluir.” Assim, estreou-se no Agora é que Conta, a 21 de Setembro de 2010 e o resultado audiométrico não podia ser melhor: 5,0% de audiência média e 40,4% de quota de mercado média. Um programa novo, com um conceito na altura muito elogiado pela crítica: pagar contas dos portugueses, numa época de crise. Todavia, a “novidade” do formato começou a esgotar-se e os resultados animadores caíram.

Chegou a escrever Nuno Azinheira numa das suas crónicas no jornal Diário de Notícias: Fátima Lopes está muito bem neste registo diferente do que lhe conhecemos. Mas, assalta-me a pergunta, teria ela aceitado este tipo de programa se ele lhe tivesse sido proposto há dez meses pelos responsáveis da SIC?

Na última semana de 2010, o que há muito se esperava aconteceu: Fátima Lopes cedeu o seu lugar a Leonor Poeiras, habituée deste horário, e abraçou novamente um talk-show.

http://www.youtube.com/watch?v=2dD9n44DNUg&feature=player_embedded

Assim, com a saída de Júlia Pinheiro para a SIC e o final de As Tardes da Júlia, a apresentadora abraçou o novo A Tarde é Sua, em tudo semelhante ao antecessor, apenas com um cenário e cara diferentes. O primeiro mês foi bastante positivo, em termos audiométricos, mas, nos últimos tempos, e com uma subida generalizada do universo de canais por Cabo e IPTV, bem como das telenovelas da SIC e RTP, o formato das tardes da TVI acabou por descer e está agora com resultados menos amadores.

Num futuro bem próximo, já em Agosto, Fátima Lopes será uma das juradas de Canta Comigo, o novo talent-show que a TVI prepara para os dias quentes de verão. Já em setembro, continuará com a sua A Tarde é Sua, mas poderá ainda abraçar um novo desafio, que já no passado lhe foi atribuído: a condução de Secret Story. Todavia, tal ainda não é certo e há poucas expetativas de que se concretize, uma vez que, segundo a imprensa Cristina Ferreira parece estar melhor colocada para suceder a Júlia Pinheiro.

A polémica saída e chegada

Se, por um lado, a surpresa dos colegas da SIC com a partida de uma das mais emblemáticas caras do canal foi manifestada por muitos nas mais diversas redes sociais, também em Queluz de Baixo este acontecimento teve “eco”.

Na época, escreveu-se, inclusivamente, que alguns dos jornalistas da TVI ficaram mesmo incomodados com a chegada de Fátima Lopes, principalmente pelo chorudo ordenado que esta ia auferir, que acabaria por gorar os aumentos salariais na redação.

Já do lado da televisão de Carnaxide, Nuno Santos mostrou-se, posteriormente, triste com a forma como o processo foi realizado pela apresentadora:

“Tenho pouco a dizer sobre isso porque aquilo que me importa é o futuro, não o passado. Lamento a perda da Fátima. Acho que ela é um nome forte da televisão em Portugal, mas acho que não se portou bem com a SIC. Desejo-lhe sorte. É uma pessoa por quem tenho, até, estima.”, afirmou numa entrevista.

Alguns dias depois, a própria comunicadora reagiu às palavras do antigo diretor: “Fiquei surpreendida com as palavras. Vesti e suei a camisola. Quando ao Nuno, achei que a palavra ‘traição’ foi, com certeza, uma palavra dita sem pensar”, começou por dizer a cara de Agora é que Conta a uma publicação explicando depois: “A SIC estava descansada. Tinha um horário conquistado por mim e um tipo de programa em que eu funcionava muito bem. Quiseram trabalhar outros horários com outros apresentadores. Compreendo isso tudo. Mas não fiquei parada”, frisou.

Já Rita Ferro Rodrigues também fez questão de deixar umas palavras à amiga: “A Fátima é uma das grandes amigas que tenho na vida e assim continuará a ser, sempre, independentemente dos projectos que a vida profissional lhe reserve.”, escreveu na sua página no Facebook.

As comparações com Júlia Pinheiro

Desde há alguns anos que Fátima Lopes vinha a ser constantemente comparada a Júlia Pinheiro. Sobre isso, a atual apresentadora de A Tarde é Sua afirmou à TV 7 Dias:

“Não me incomoda que me comparem, mas não é o tipo de coisa com que perca tempo. Somos pessoas muito diferentes! Ela é muito profissional e eu também, temos isso em comum. Eu não faço esse exercício de comparativo… e as pessoas que gostam de mim, os meus amigos, também não me abordam com esse discurso, embora eu esteja sempre receptiva às críticas, desde que sejam construtivas. Essas coisas só servem para fomentar inseguranças. Comecei por substituir a Alexandra Lencastre (em Perdoa-me) e, depois, substitui a Lídia Franco (em All You Nedd is Love)… se me comparassem a elas, tinha ficado logo por ali. Cada pessoa é diferente e pronto. Não sinto, nem nunca senti, necessidade de me medir seja com quem for”.

Curiosamente, depois de a ter substituído em SIC 10 Horas e de ter sido sua adversária nos tempos do Vida Nova, durante três meses foram colegas na mesma empresa, mas estão agora novamente em televisões diferentes e Fátima Lopes voltou a ocupar o lugar que outrora fora da responsabilidade da atual estrela da SIC.

O que mudou em um ano

Doze meses se passaram desde a chegada de Fátima Lopes à TVI. E, se antes a SIC tinha Rita Ferro Rodrigues e Francisco Menezes a apresentar o Companhia das Manhãs e Fátima Lopes à frente do Vida Nova, hoje a televisão de Carnaxide tem Júlia Pinheiro a apresentar o Querida Júlia e Conceição Lino a dar a cara pelo Boa Tarde.

Já a TVI, deixou de ter Júlia Pinheiro à frente de As Tardes da Júlia e passou a ter Fátima Lopes a conduzir A Tarde é Sua.

Quanto a resultados gerais, a TVI que se batia quase que de igual para igual com a RTP, passou a ter uma liderança muito ameaçada pelo crescimento da SIC e hoje em dia já não tem três telenovelas líderes, perdendo algumas vezes para a ficção da TVI. A tudo isto há que acrescentar o exponencial crescimento do universo de canais por Cabo e IPTV.

Doze meses, doze declarações

“Há momentos em que sentimos a necessidade de crescer, de oferecer mais a quem há muito nos segue. De mudar. Foi o que fiz. Dei um passo em frente na expetativa de inovar e de oferecer novos projetos ao público que me tem acompanhado ao longo dos meus 15 anos de percurso televisivo”

“Ninguém pode questionar a qualidade daquilo que fez até ao momento de sair (da SIC)”

“E importante ser capaz de desenhar uma carreira para a frente. Nas conversas que tive com a TVI percebi que esse desenho me agradava. Já não sou uma miúda, não tenho 20 anos, gostei das ideias que tinham para mim como apresentadora e pessoa já com determinada experiência. Fez sentido. Também sentia que queria dar mais ao público do Vida Nova e não conseguia, por circunstâncias várias.”

“Às tantas deixei de sentir que havia um projecto de carreira para mim. Eu era uma peça de mobília daquela casa (SIC). Se pensasse no amanhã, não conseguia saber o que era”

“Vesti muito a camisola da SIC, mas chegou um momento em que me senti parada e tenho direito a querer crescer”

“Não sou directora de nada. Não vou ter cargos. Na TVI há uma máquina mais capaz de pôr projectos em acção. O que me aliciou bastante.”

“As pessoas estão a aprender a aceitar que há outra Fátima para lá daquela que conheciam, que, no entanto, cá continua e voltará”

“Estou certíssima que fiz a escolha correta. Estou muito feliz aqui e sinto-me completamente ambientada, esta já é a minha casa”

“Nesta curta experiência que tenho na TVI já fiz coisas muito diferentes daquelas que fiz nos últimos anos. Já passei por uma série de coisas novas e esse é o cerne da questão. É eu sentir que tenho de aprender. Há muito tempo que não estava tão feliz por fazer um projecto”

“Nunca trabalhei dentro de nenhuma estação de televisão. E agora que passei para dentro da TVI tudo mudou. Sinto que sou uma peça da engrenagem. Se isto é um corpo, eu sou um órgão”

“Estou na TVI, visto a camisola e se disserem que precisam de mim para apresentar um reality-show darei o meu melhor. Não tenho nenhum pudor em fazê-lo. Qualquer formato é válido se for feito com profissionalismo, classe, entrega e investimento”

“Estou muito satisfeita! Parece que já trabalho na TVI há imenso tempo.”

“Fátima Lopes deixará de ter vínculo laboral na SIC a partir de hoje. A apresentadora estreou a sua carreira televisiva na SIC, há mais de 15 anos. Foi uma relação que muito orgulha a estação, que teve em Fátima Lopes uma colaboração dedicada e empenhada. A SIC deseja as maiores felicidades a Fátima Lopes no seu novo desafio profissional”

Foi este o comunicado enviado pela televisão de Carnaxide no passado dia 3 de Julho de 2010. Doze meses depois, A Televisão mostra-lhe o que mudou na carreira da apresentadora.

Sexta-feira, 2 de Julho de 2010. Fátima Lopes conduz um Vida Nova aparentemente normal, sempre com a mesma boa disposição de sempre, animada e a dar o seu melhor. Despede-se dos seus telespetadores com um “até segunda! Bom fim-de-semana!” Foram as últimas palavras da apresentadora enquanto cara da SIC.

As negociações com a TVI decorriam há cerca de dois meses, no maior secretismo, sem nunca nenhum jornal ou revista as ter descoberto. Lideradas por Bernardo Bairrão, então administrador da Media Capital, escreveu-se, na altura, que somente após tomar a sua decisão, Fátima Lopes comunicou as conversações com a TVI à direção da SIC. Primeiro a Nuno Santos, então diretor de programas, seguindo-se, uma reunião no dia 30 de Junho com Luís Marques, terminando a 2 de Julho com Francisco Pinto Balsemão, diretor do grupo Impresa. E foi precisamente o líder do canal que tudo fez para manter a sua estrela, mas a decisão estava tomada e Fátima Lopes decidida a abraçar um novo projeto em Queluz de Baixo.

Na época escreveu-se que, para além do projeto que a esperava, também as boas relações com André Cerqueira, então diretor de programas da TVI, bem como uma “mãozinha” de Emídio Rangel, e um chorudo ordenado pesaram na decisão da comunicadora.

A primeira entrevista

Vinte dias depois de se ter despedido da SIC, Fátima Lopes concedeu a primeira entrevista a um órgão de comunicação social, no caso à revista LUX, propriedade do mesmo grupo da TVI.

A “necessidade de continuar a surpreender as pessoas, de as fazer perceber que não está acomodada ao que faz, é uma coisa que o público merece”, foi assim que a apresentadora classificou os motivos que a levaram a tomar tal decisão.

Quanto ao tão falado aumento salarial, Fátima Lopes confirmou-o: “o salário que auferia não era um salário que a contentasse” e “Para ir para um cenário financeiramente pior, se calhar não fazia muito sentido”. Todavia, não foi o fator essencial: “Não era isso que era importante. Importante, para mim, era a necessidade de crescer. Eu achei que não tinha de por números em cima da mesa, como se a motivação maior fosse o dinheiro. Não é! Entrar num leilão não é a minha forma de estar na vida. Movo-me por muitos objectivos e não me recordo de nenhum momento da minha vida em que, entre as muitas razões, o dinheiro tenha sido a primeira. Eu não quis falar de dinheiro nem de questões materiais”

Nesta entrevista, a então cara do Vida Nova fez questão de esclarecer porque não se despediu do seu público: “Na sexta-feira ainda estávamos a falar e quando chegámos à conclusão de que a decisão era para manter, esperar por segunda-feira para me despedir do público não fazia muito sentido. Quando a SIC me disse que o melhor era na segunda-feira já começar uma cara nova a apresentar o programa, eu entendi. As pessoas sabem que não me despedi porque não pude, não que não quisesse”

Após esta primeira entrevista à LUX, muitas se seguiram e em todas elas Fátima Lopes mostrou estar feliz na TVI e satisfeita com a mudança que protagonizou.

O percurso na TVI

Um ano depois da chegada à estação de Queluz de Baixo, uma das comunicadoras mais queridas pelos portugueses já deu a cara por dois programas diferentes, não esquecendo ainda várias emissões especiais.

A estreia nos ecrãs de Queluz de Baixo foi “à grande e à francesa”, como se costuma dizer na gíria. Uma gala intitulada de Somos Portugal, em que os diversos profissionais da estação mostraram aquilo que de melhor se faz no nosso país, não esquecendo o grande objetivo do evento: dar as boas vindas à recém chegada Fátima Lopes, que teve direito a uma pequena praxe da “veterana” Júlia Pinheiro.

Na altura da sua mudança para a TVI, Fátima Lopes afirmou que um dos motivos que a levaram a deixar a SIC foi para “não estar presa a determinados formatos. De continuara crescer, de evoluir.” Assim, estreou-se no Agora é que Conta, a 21 de Setembro de 2010 e o resultado audiométrico não podia ser melhor: 5,0% de audiência média e 40,4% de quota de mercado média. Um programa novo, com um conceito na altura muito elogiado pela crítica: pagar contas dos portugueses, numa época de crise. Todavia, a “novidade” do formato começou a esgotar-se e os resultados animadores caíram.

Chegou a escrever Nuno Azinheira numa das suas crónicas no jornal Diário de Notícias: Fátima Lopes está muito bem neste registo diferente do que lhe conhecemos. Mas, assalta-me a pergunta, teria ela aceitado este tipo de programa se ele lhe tivesse sido proposto há dez meses pelos responsáveis da SIC?

Na última semana de 2010, o que há muito se esperava aconteceu: Fátima Lopes cedeu o seu lugar a Leonor Poeiras, habituée deste horário, e abraçou novamente um talk-show.

Assim, com a saída de Júlia Pinheiro para a SIC e o final de As Tardes da Júlia, a apresentadora abraçou o novo A Tarde é Sua, em tudo semelhante ao antecessor, apenas com um cenário e cara diferentes. O primeiro mês foi bastante positivo, em termos audiométricos, mas, nos últimos tempos, e com uma subida generalizada do universo de canais por Cabo e IPTV, bem como das telenovelas da SIC e RTP, o formato das tardes da TVI acabou por descer e está agora com resultados menos amadores.

Num futuro bem próximo, já em Agosto, Fátima Lopes será uma das juradas de Canta Comigo, o novo talent-show que a TVI prepara para os dias quentes de verão. Já em Setembro, continuará com a sua A Tarde é Sua, mas poderá ainda abraçar um novo desafio, que já no passado lhe foi atribuído: a condução de Secret Story. Todavia, tal ainda não é certo e há poucas expetativas de que se concretize, uma vez que, segundo a imprensa Cristina Ferreira parece estar melhor colocada para suceder a Júlia Pinheiro.

A polémica saída e chegada

Se, por um lado, a surpresa dos colegas da SIC com a partida de uma das mais emblemáticas caras do canal foi manifestada por muitos nas mais diversas redes sociais, também em Queluz de Baixo este acontecimento teve “eco”.

Na época, escreveu-se, inclusivamente, que alguns dos jornalistas da TVI ficaram mesmo incomodados com a chegada de Fátima Lopes, principalmente pelo chorudo ordenado que esta ia auferir, que acabaria por gorar os aumentos salariais na redação.

Já do lado da televisão de Carnaxide, Nuno Santos mostrou-se, posteriormente, triste com a forma como o processo foi realizado pela apresentadora:

“Tenho pouco a dizer sobre isso porque aquilo que me importa é o futuro, não o passado. Lamento a perda da Fátima. Acho que ela é um nome forte da televisão em Portugal, mas acho que não se portou bem com a SIC. Desejo-lhe sorte. É uma pessoa por quem tenho, até, estima.”, afirmou numa entrevista.

Alguns dias depois, a própria comunicadora reagiu às palavras do antigo diretor: “Fiquei surpreendida com as palavras. Vesti e suei a camisola. Quando ao Nuno, achei que a palavra ‘traição’ foi, com certeza, uma palavra dita sem pensar”, começou por dizer a cara de Agora é que Conta a uma publicação explicando depois: “A SIC estava descansada. Tinha um horário conquistado por mim e um tipo de programa em que eu funcionava muito bem. Quiseram trabalhar outros horários com outros apresentadores. Compreendo isso tudo. Mas não fiquei parada”, frisou.

Já Rita Ferro Rodrigues também fez questão de deixar umas palavras à amiga: “A Fátima é uma das grandes amigas que tenho na vida e assim continuará a ser, sempre, independentemente dos projectos que a vida profissional lhe reserve.”, escreveu na sua página no Facebook

As comparações com Júlia Pinheiro

Desde há alguns anos que Fátima Lopes vinha a ser constantemente comparada a Júlia Pinheiro. Sobre isso, a atual apresentadora de A Tarde é Sua afirmou à TV 7 Dias:

“Não me incomoda que me comparem, mas não é o tipo de coisa com que perca tempo. Somos pessoas muito diferentes! Ela é muito profissional e eu também, temos isso em comum. Eu não faço esse exercício de comparativo… e as pessoas que gostam de mim, os meus amigos, também não me abordam com esse discurso, embora eu esteja sempre receptiva às críticas, desde que sejam construtivas. Essas coisas só servem para fomentar inseguranças. Comecei por substituir a Alexandra Lencastre (em Perdoa-me) e, depois, substitui a Lídia Franco (em All You Nedd is Love)… se me comparassem a elas, tinha ficado logo por ali. Cada pessoa é diferente e pronto. Não sinto, nem nunca senti, necessidade de me medir seja com quem for”.

Curiosamente, depois de a ter substituído em SIC 10 Horas e de ter sido sua adversária nos tempos do Vida Nova, durante três meses foram colegas na mesma empresa, mas estão agora novamente em televisões diferentes e Fátima Lopes voltou a ocupar o lugar que outrora fora da responsabilidade da atual estrela da SIC.

O que mudou em um ano

Doze meses se passaram desde a chegada de Fátima Lopes à TVI. E, se antes a SIC tinha Rita Ferro Rodrigues e Francisco Menezes a apresentar o Companhia das Manhãs e Fátima Lopes à frente do Vida Nova, hoje a televisão de Carnaxide tem Júlia Pinheiro a apresentar o Querida Júlia e Conceição Lino a dar a cara pelo Boa Tarde.

Já a TVI, deixou de ter Júlia Pinheiro à frente de As Tardes da Júlia e passou a ter Fátima Lopes a conduzir A Tarde é Sua.

Quanto a resultados gerais, a TVI que se batia quase que de igual para igual com a RTP, passou a ter uma liderança muito ameaçada pelo crescimento da SIC e hoje em dia já não tem três telenovelas líderes, perdendo algumas vezes para a ficção da TVI. A tudo isto há que acrescentar o exponencial crescimento do universo de canais por Cabo e IPTV.

Doze meses, dose declarações

“Há momentos em que sentimos a necessidade de crescer, de oferecer mais a quem há muito nos segue. De mudar. Foi o que fiz. Dei um passo em frente na expetativa de inovar e de oferecer novos projetos ao público que me tem acompanhado ao longo dos meus 15 anos de percurso televisivo”

“Ninguém pode questionar a qualidade daquilo que fez até ao momento de sair (da SIC)”

“E importante ser capaz de desenhar uma carreira para a frente. Nas conversas que tive com a TVI percebi que esse desenho me agradava. Já não sou uma miúda, não tenho 20 anos, gostei das ideias que tinham para mim como apresentadora e pessoa já com determinada experiência. Fez sentido. Também sentia que queria dar mais ao público do Vida Nova e não conseguia, por circunstâncias várias.”

“Às tantas deixei de sentir que havia um projecto de carreira para mim. Eu era uma peça de mobília daquela casa (SIC). Se pensasse no amanhã, não conseguia saber o que era”

“Vesti muito a camisola da SIC, mas chegou um momento em que me senti parada e tenho direito a querer crescer”

“Não sou directora de nada. Não vou ter cargos. Na TVI há uma máquina mais capaz de pôr projectos em acção. O que me aliciou bastante.”

“As pessoas estão a aprender a aceitar que há outra Fátima para lá daquela que conheciam, que, no entanto, cá continua e voltará”

“Estou certíssima que fiz a escolha correta. Estou muito feliz aqui e sinto-me completamente ambientada, esta já é a minha casa”

“Nesta curta experiência que tenho na TVI já fiz coisas muito diferentes daquelas que fiz nos últimos anos. Já passei por uma série de coisas novas e esse é o cerne da questão. É eu sentir que tenho de aprender. Há muito tempo que não estava tão feliz por fazer um projecto”

“Nunca trabalhei dentro de nenhuma estação de televisão. E agora que passei para dentro da TVI tudo mudou. Sinto que sou uma peça da engrenagem. Se isto é um corpo, eu sou um órgão”

“Estou na TVI, visto a camisola e se disserem que precisam de mim para apresentar um reality-show darei o meu melhor. Não tenho nenhum pudor em fazê-lo. Qualquer formato é válido se for feito com profissionalismo, classe, entrega e investimento”

“Fátima Lopes deixará de ter vínculo laboral na SIC a partir de hoje. A apresentadora estreou a sua carreira televisiva na SIC, há mais de 15 anos. Foi uma relação que muito orgulha a estação, que teve em Fátima Lopes uma colaboração dedicada e empenhada. A SIC deseja as maiores felicidades a Fátima Lopes no seu novo desafio profissional”

Foi este o comunicado enviado pela televisão de Carnaxide no passado dia 3 de Julho de 2010. Doze meses depois, A Televisão mostra-lhe o que mudou na carreira da apresentadora.

Sexta-feira, 2 de Julho de 2010. Fátima Lopes conduz um Vida Nova aparentemente normal, sempre com a mesma boa disposição de sempre, animada e a dar o seu melhor. Despede-se dos seus telespetadores com um “até segunda! Bom fim-de-semana!” Foram as últimas palavras da apresentadora enquanto cara da SIC.

As negociações com a TVI decorriam há cerca de dois meses, no maior secretismo, sem nunca nenhum jornal ou revista as ter descoberto. Lideradas por Bernardo Bairrão, então administrador da Media Capital, escreveu-se, na altura, que somente após tomar a sua decisão, Fátima Lopes comunicou as conversações com a TVI à direção da SIC. Primeiro a Nuno Santos, então diretor de programas, seguindo-se, uma reunião no dia 30 de Junho com Luís Marques, terminando a 2 de Julho com Francisco Pinto Balsemão, diretor do grupo Impresa. E foi precisamente o líder do canal que tudo fez para manter a sua estrela, mas a decisão estava tomada e Fátima Lopes decidida a abraçar um novo projeto em Queluz de Baixo.

Na época escreveu-se que, para além do projeto que a esperava, também as boas relações com André Cerqueira, então diretor de programas da TVI, bem como uma “mãozinha” de Emídio Rangel, e um chorudo ordenado pesaram na decisão da comunicadora.

A primeira entrevista

Vinte dias depois de se ter despedido da SIC, Fátima Lopes concedeu a primeira entrevista a um órgão de comunicação social, no caso à revista LUX, propriedade do mesmo grupo da TVI.

A “necessidade de continuar a surpreender as pessoas, de as fazer perceber que não está acomodada ao que faz, é uma coisa que o público merece”, foi assim que a apresentadora classificou os motivos que a levaram a tomar tal decisão.

Quanto ao tão falado aumento salarial, Fátima Lopes confirmou-o: “o salário que auferia não era um salário que a contentasse” e “Para ir para um cenário financeiramente pior, se calhar não fazia muito sentido”. Todavia, não foi o fator essencial: “Não era isso que era importante. Importante, para mim, era a necessidade de crescer. Eu achei que não tinha de por números em cima da mesa, como se a motivação maior fosse o dinheiro. Não é! Entrar num leilão não é a minha forma de estar na vida. Movo-me por muitos objectivos e não me recordo de nenhum momento da minha vida em que, entre as muitas razões, o dinheiro tenha sido a primeira. Eu não quis falar de dinheiro nem de questões materiais”

Nesta entrevista, a então cara do Vida Nova fez questão de esclarecer porque não se despediu do seu público: “Na sexta-feira ainda estávamos a falar e quando chegámos à conclusão de que a decisão era para manter, esperar por segunda-feira para me despedir do público não fazia muito sentido. Quando a SIC me disse que o melhor era na segunda-feira já começar uma cara nova a apresentar o programa, eu entendi. As pessoas sabem que não me despedi porque não pude, não que não quisesse”

Após esta primeira entrevista à LUX, muitas se seguiram e em todas elas Fátima Lopes mostrou estar feliz na TVI e satisfeita com a mudança que protagonizou.

O percurso na TVI

Um ano depois da chegada à estação de Queluz de Baixo, uma das comunicadoras mais queridas pelos portugueses já deu a cara por dois programas diferentes, não esquecendo ainda várias emissões especiais.

A estreia nos ecrãs de Queluz de Baixo foi “à grande e à francesa”, como se costuma dizer na gíria. Uma gala intitulada de Somos Portugal, em que os diversos profissionais da estação mostraram aquilo que de melhor se faz no nosso país, não esquecendo o grande objetivo do evento: dar as boas vindas à recém chegada Fátima Lopes, que teve direito a uma pequena praxe da “veterana” Júlia Pinheiro.

Na altura da sua mudança para a TVI, Fátima Lopes afirmou que um dos motivos que a levaram a deixar a SIC foi para “não estar presa a determinados formatos. De continuara crescer, de evoluir.” Assim, estreou-se no Agora é que Conta, a 21 de Setembro de 2010 e o resultado audiométrico não podia ser melhor: 5,0% de audiência média e 40,4% de quota de mercado média. Um programa novo, com um conceito na altura muito elogiado pela crítica: pagar contas dos portugueses, numa época de crise. Todavia, a “novidade” do formato começou a esgotar-se e os resultados animadores caíram.

Chegou a escrever Nuno Azinheira numa das suas crónicas no jornal Diário de Notícias: Fátima Lopes está muito bem neste registo diferente do que lhe conhecemos. Mas, assalta-me a pergunta, teria ela aceitado este tipo de programa se ele lhe tivesse sido proposto há dez meses pelos responsáveis da SIC?

Na última semana de 2010, o que há muito se esperava aconteceu: Fátima Lopes cedeu o seu lugar a Leonor Poeiras, habituée deste horário, e abraçou novamente um talk-show.

Assim, com a saída de Júlia Pinheiro para a SIC e o final de As Tardes da Júlia, a apresentadora abraçou o novo A Tarde é Sua, em tudo semelhante ao antecessor, apenas com um cenário e cara diferentes. O primeiro mês foi bastante positivo, em termos audiométricos, mas, nos últimos tempos, e com uma subida generalizada do universo de canais por Cabo e IPTV, bem como das telenovelas da SIC e RTP, o formato das tardes da TVI acabou por descer e está agora com resultados menos amadores.

Num futuro bem próximo, já em Agosto, Fátima Lopes será uma das juradas de Canta Comigo, o novo talent-show que a TVI prepara para os dias quentes de verão. Já em Setembro, continuará com a sua A Tarde é Sua, mas poderá ainda abraçar um novo desafio, que já no passado lhe foi atribuído: a condução de Secret Story. Todavia, tal ainda não é certo e há poucas expetativas de que se concretize, uma vez que, segundo a imprensa Cristina Ferreira parece estar melhor colocada para suceder a Júlia Pinheiro.

A polémica saída e chegada

Se, por um lado, a surpresa dos colegas da SIC com a partida de uma das mais emblemáticas caras do canal foi manifestada por muitos nas mais diversas redes sociais, também em Queluz de Baixo este acontecimento teve “eco”.

Na época, escreveu-se, inclusivamente, que alguns dos jornalistas da TVI ficaram mesmo incomodados com a chegada de Fátima Lopes, principalmente pelo chorudo ordenado que esta ia auferir, que acabaria por gorar os aumentos salariais na redação.

Já do lado da televisão de Carnaxide, Nuno Santos mostrou-se, posteriormente, triste com a forma como o processo foi realizado pela apresentadora:

“Tenho pouco a dizer sobre isso porque aquilo que me importa é o futuro, não o passado. Lamento a perda da Fátima. Acho que ela é um nome forte da televisão em Portugal, mas acho que não se portou bem com a SIC. Desejo-lhe sorte. É uma pessoa por quem tenho, até, estima.”, afirmou numa entrevista.

Alguns dias depois, a própria comunicadora reagiu às palavras do antigo diretor: “Fiquei surpreendida com as palavras. Vesti e suei a camisola. Quando ao Nuno, achei que a palavra ‘traição’ foi, com certeza, uma palavra dita sem pensar”, começou por dizer a cara de Agora é que Conta a uma publicação explicando depois: “A SIC estava descansada. Tinha um horário conquistado por mim e um tipo de programa em que eu funcionava muito bem. Quiseram trabalhar outros horários com outros apresentadores. Compreendo isso tudo. Mas não fiquei parada”, frisou.

Já Rita Ferro Rodrigues também fez questão de deixar umas palavras à amiga: “A Fátima é uma das grandes amigas que tenho na vida e assim continuará a ser, sempre, independentemente dos projectos que a vida profissional lhe reserve.”, escreveu na sua página no Facebook

As comparações com Júlia Pinheiro

Desde há alguns anos que Fátima Lopes vinha a ser constantemente comparada a Júlia Pinheiro. Sobre isso, a atual apresentadora de A Tarde é Sua afirmou à TV 7 Dias:

“Não me incomoda que me comparem, mas não é o tipo de coisa com que perca tempo. Somos pessoas muito diferentes! Ela é muito profissional e eu também, temos isso em comum. Eu não faço esse exercício de comparativo… e as pessoas que gostam de mim, os meus amigos, também não me abordam com esse discurso, embora eu esteja sempre receptiva às críticas, desde que sejam construtivas. Essas coisas só servem para fomentar inseguranças. Comecei por substituir a Alexandra Lencastre (em Perdoa-me) e, depois, substitui a Lídia Franco (em All You Nedd is Love)… se me comparassem a elas, tinha ficado logo por ali. Cada pessoa é diferente e pronto. Não sinto, nem nunca senti, necessidade de me medir seja com quem for”.

Curiosamente, depois de a ter substituído em SIC 10 Horas e de ter sido sua adversária nos tempos do Vida Nova, durante três meses foram colegas na mesma empresa, mas estão agora novamente em televisões diferentes e Fátima Lopes voltou a ocupar o lugar que outrora fora da responsabilidade da atual estrela da SIC.

O que mudou em um ano

Doze meses se passaram desde a chegada de Fátima Lopes à TVI. E, se antes a SIC tinha Rita Ferro Rodrigues e Francisco Menezes a apresentar o Companhia das Manhãs e Fátima Lopes à frente do Vida Nova, hoje a televisão de Carnaxide tem Júlia Pinheiro a apresentar o Querida Júlia e Conceição Lino a dar a cara pelo Boa Tarde.

Já a TVI, deixou de ter Júlia Pinheiro à frente de As Tardes da Júlia e passou a ter Fátima Lopes a conduzir A Tarde é Sua.

Quanto a resultados gerais, a TVI que se batia quase que de igual para igual com a RTP, passou a ter uma liderança muito ameaçada pelo crescimento da SIC e hoje em dia já não tem três telenovelas líderes, perdendo algumas vezes para a ficção da TVI. A tudo isto há que acrescentar o exponencial crescimento do universo de canais por Cabo e IPTV.

Doze meses, dose declarações

“Há momentos em que sentimos a necessidade de crescer, de oferecer mais a quem há muito nos segue. De mudar. Foi o que fiz. Dei um passo em frente na expetativa de inovar e de oferecer novos projetos ao público que me tem acompanhado ao longo dos meus 15 anos de percurso televisivo”

“Ninguém pode questionar a qualidade daquilo que fez até ao momento de sair (da SIC)”

“E importante ser capaz de desenhar uma carreira para a frente. Nas conversas que tive com a TVI percebi que esse desenho me agradava. Já não sou uma miúda, não tenho 20 anos, gostei das ideias que tinham para mim como apresentadora e pessoa já com determinada experiência. Fez sentido. Também sentia que queria dar mais ao público do Vida Nova e não conseguia, por circunstâncias várias.”

“Às tantas deixei de sentir que havia um projecto de carreira para mim. Eu era uma peça de mobília daquela casa (SIC). Se pensasse no amanhã, não conseguia saber o que era”

“Vesti muito a camisola da SIC, mas chegou um momento em que me senti parada e tenho direito a querer crescer”

“Não sou directora de nada. Não vou ter cargos. Na TVI há uma máquina mais capaz de pôr projectos em acção. O que me aliciou bastante.”

“As pessoas estão a aprender a aceitar que há outra Fátima para lá daquela que conheciam, que, no entanto, cá continua e voltará”

“Estou certíssima que fiz a escolha correta. Estou muito feliz aqui e sinto-me completamente ambientada, esta já é a minha casa”

 

“Nesta curta experiência que tenho na TVI já fiz coisas muito diferentes daquelas que fiz nos últimos anos. Já passei por uma série de coisas novas e esse é o cerne da questão. É eu sentir que tenho de aprender. Há muito tempo que não estava tão feliz por fazer um projecto”

 

“Nunca trabalhei dentro de nenhuma estação de televisão. E agora que passei para dentro da TVI tudo mudou. Sinto que sou uma peça da engrenagem. Se isto é um corpo, eu sou um órgão”

“Estou na TVI, visto a camisola e se disserem que precisam de mim para apresentar um reality-show darei o meu melhor. Não tenho nenhum pudor em fazê-lo. Qualquer formato é válido se for feito com profissionalismo, classe, entrega e investimento”

“Estou muito satisfeita! Parece que já trabalho na TVI há imenso tempo.”

“Estou muito satisfeita! Parece que já trabalho na TVI há imenso tempo.”

  • Tiago

    Realmente!!! Muito mudou de à um ano para cá…
    Como a Leonor Poeiras disse também isto já estava parado à muitos anos e é engraçado ver isto tudo de pernas pró ar…

  • Dúlio Silva

    Parabéns pelo trabalho e pela reportagem! 🙂

  • Vítor Carvalho

    Gostei imenso da reportagem, a síntese perfeita de todo o percurso de Fátima Lopes na TVI!

    Que bom recordar a “entrada” da Fátima na TVI!
    Excelente trabalho com a imagem de início, Diana! 🙂

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