A Entrevista

A Entrevista – Inês Santos

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Nascida no ano de 1978, ela já deixou a sua marca em Portugal. A jovem, que noutros tempos triunfou em «Chuva de Estrelas» (num momento que ficará para sempre na memória dos portugueses), voltou a merecer 12 pontos do júri e do público. Na sua primeira atuação em «A Tua Cara Não Me É Estranha 3», a artista imitou a cantora lírica Maria Callas e foi declarada vencedora. Agora, numa entrevista exclusiva ao A Televisão, Inês Santos fala sobre as suas experiências mais marcantes – o concurso apresentado por Catarina Furtado, a sua participação no «Festival da Eurovisão» em 1998, a experiência como cantora residente em programas de televisão e a participação no formato de imitações da TVI. Não é preciso esperar mais… A Entrevista desta noite já está disponível!

A Televisão – Quem é a Inês Santos?

Inês Santos – A Inês Santos é “buéda” simpática. Sou espontânea, verdadeira, lutadora, extrovertida, amiga (muito amiga dos meus amigos), sensível, mulher de paixões, sendo a maior [paixão] o canto. Muito pouco ambiciosa, sendo a única grande ambição: cantar até que a voz me doa.

Qual o momento mais marcante que viveu em televisão?

Creio que o «Chuva de Estrelas» foi o meu momento. Ainda assim, adorei a «Eurovisão» e o 12º lugar obtido, a vitória unânime no «Festival da Canção» e todos os programas em que trabalhei como cantora residente, nomeadamente o «Chamar a Música», a «Praça da Alegria» e o «Portugal no Coração».

Que opinião tem sobre o atual panorama televisivo em Portugal?

Não estou muito a par, porque estive fora durante muito tempo e não via televisão. Ainda assim, vejo pontualmente alguns programas na TV por cabo, por exemplo o «The X-Factor» ou «America’s Next Top Model».

Como define a Inês que vimos em 1995 no «Chuva de Estrelas» e a Inês que estamos a acompanhar agora em «A Tua Cara Não Me É Estranha»?

A Inês em 1995 era uma miúda ainda ingénua, sonhadora e pouco consciente do que era a televisão, com o sonho de viver da música. Hoje, sou uma mulher madura que tem uma carreira de 18 anos, com muitas experiências de vida e de trabalho diferentes. A paixão pela música e pelo canto, pela profissão em si, é a mesma. Não quero, nem vou desiludir os portugueses que me acompanham desde essa altura e que, volvidos 18 anos, ainda me acarinham.

O tema «Nothing Compares 2 U” de Sinead O’Connor, que interpretou no «Chuva de Estrelas», tem um significado especial para si?

Será sempre uma música de que gosto muito e que marcou o meu início de carreira. Foi aquela escolha acertada que me proporcionou tudo o que já vivi a nível profissional.

Em 1998, participou no «Festival da Eurovisão», em Birmingham – Inglaterra. Como avalia esta experiência?

Fantástica. Ganhei com unanimidade [do júri] e fiquei em 12º lugar entre 25 países. Foi um ótimo resultado. Além disso, foi uma semana de pura diversão, sem me preocupar muito com prémios, mas sim em representar bem o meu país. E sei que o fiz. É também uma troca cultural fabulosa.

Mais recentemente, em 2008, foi cantora residente do programa da SIC – «Chamar a Música». Gostou deste projeto?

Amei. Toda a equipa era fabulosa. O Herman é um homem muito culto e divertidíssimo, com quem dá gosto conviver, beber as suas palavras e histórias. Trabalhar com uma orquestra ao vivo é um grande privilégio. Assim como trabalhar com o grande maestro Pedro Duarte, com quem estive também no musical «Sinatra Blue Eyes», em que fiz o papel de Ava Gardner. E trabalhar com a Endemol é sempre um privilégio.

Que balanço faz da sua prestação no palco de «A Tua Cara Não Me É Estranha»? Qual a sensação de estar sob as luzes da ribalta?

Não encaro a experiência como estar sob as luzes da ribalta. Cantar é o meu trabalho. Não encaro o programa como um concurso, mas sim como um trabalho em que tenho de dar o meu melhor, tal como os outros trabalhos em que estou, ou estive envolvida. Ganhar é ótimo, claro. Ter o reconhecimento do júri, dos colegas e do público é uma sensação reconfortante, até porque estive a trabalhar fora durante bastante tempo. Mas sei que dei o meu melhor!

Sente-se preparada para vencer esta terceira edição do programa da TVI?

Ui. Não penso nisso. Há grandes talentos no programa. Como já disse, ganhar será a cereja no topo do bolo. Mas o bolo já é muitíssimo saboroso…

Que cantor/banda não tenciona mesmo nada que lhe calhe na roleta?

Não há ninguém que não quero que me calhe. Quero desafiar-me e quanto mais difícil melhor.

Sem contar com «A Tua Cara Não Me É Estranha», tem recebido convites para o mundo da televisão?

Acabei de regressar a Portugal. Estive uma semana no «Boa Tarde» da SIC, também estive na «Praça da Alegria» com uma grande entrevista sobre as minhas viagens. Fazer televisão faz parte do meu trabalho.

Para quando um álbum de Inês Santos?

Não é prioridade para mim.

Além do formato de imitações da TVI, em que projetos está envolvida atualmente?

Vou lançar um livro sobre as minhas viagens em breve. Além do programa e do livro, tenho ainda os concertos habituais e todos os compromissos profissionais. Não me resta muito tempo.

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Inês Santos em Poucas Palavras…

E o grande momento no «Chuva de Estrelas»…

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