A Entrevista

A Entrevista – Vera Fernandes

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Vera Fernandes, ou Verinha Mágica (como é conhecida na Cidade FM), é a mais recente promessa da televisão portuguesa. Esta semana, a jovem deu o pulo da rádio para o mundo da apresentação no concurso de verão da TVI, OK KO. Divide o palco com o veterano João Paulo Rodrigues e, em entrevista ao A Televisão, confessa que «foi amor à primeira vista». Mas será que esta carreira na TV é para continuar? Se depender da apresentadora, tudo indica que sim. «Sou uma pessoa que depende muito da realização profissional para ser feliz e, dentro da comunicação, não me importo de explorar várias áreas ao mesmo tempo», afirmou. E é isto que temos para si este domingo. Ah, claro… no final da conversa, não se esqueça de conferir a mensagem que Vera deixou para si.

Na Cidade FM, é conhecida por Verinha Mágica. Explique-nos a origem deste nome.

Este nome surgiu na brincadeira. Na altura, integrava o programa das manhãs da Cidade FM, o Abre a pestana com o Pedro e a Joana. Fazia reportagens com pessoas que se cruzavam comigo na rua. A Joana Azevedo, especialista em trocadilhos, começou a chamar-me Verinha Mágica na brincadeira.

E a «coisa» pegou?

A coisa pegou mesmo… e toda a gente começou também a chamar.

Sente-se realizada como locutora de rádio?

Muito. Muito mesmo. Passei grande parte da minha vida a direcionar toda a minha energia para a rádio. A rádio, em conjunto com a minha família e amigos, tornaram-me naquilo que sou hoje. Acho que gosto bastante de mim (risos).

Estreou-se como apresentadora na passada segunda-feira, em OK KO (TVI). Como surgiu esta oportunidade?

Fui a um casting na TVI, eles acharam que eu tinha o perfil para o programa e cá estou eu!

O programa é gravado no mesmo estúdio de Salve-se Quem Puder (SIC) e o cenário faz relembrar os tempos de Marco Horácio e Diana Chaves. Não teme comparações?

Já começaram e é inevitável. Não me importo que comparem os cenários, é perfeitamente natural. Não gostava que me comparassem, isso sim não ia fazer sentido. Estou neste mundo há duas semanas.

Acredita que o formato tem os ingredientes certos para vencer nas audiências?

Acho que preenche os requisitos de um programa de verão que pretende, sobretudo, fazer rir e descontrair quem chega ao sofá, depois de um dia de praia.

A pergunta da praxe: como é trabalhar com João Paulo Rodrigues?

Já o disse várias vezes. Foi amor à primeira vista. Somos muito diferentes na maneira de estar, mas temos os mesmos botões: o da brincadeira e o do trabalho. É muito importante ter uma pessoa responsável ao nosso lado, que aguenta o barco quando é preciso. E, por outro lado, é obrigatório também que saibamos aguentar esse mesmo barco quando o colega precisa.

Portanto, é uma dupla que combina bem.

Combinamos muito bem. Tornámo-nos grandes amigos num curto espaço de tempo.

«Nunca foi um objetivo de vida trabalhar em televisão»

Existe a possibilidade de vermos os apresentadores a enfrentarem a «temível» Marlene?

Claro! Ainda não sei, mas tenho a certeza que isso vai acontecer.

Que feedback tem recebido na rua, relativamente à sua estreia na TVI?

Estreou esta semana e ainda não andei muito na rua, mas o meu telefone ou Facebook podem falecer a qualquer momento com tanta agitação.

Até agora, que balanço faz deste projeto na TVI?

De zero a dez… vinte!

Ambicionava trabalhar em televisão?

Gostava, mas nunca foi um objectivo de vida. Vivia na base do: se der deu, se não der, não deu…

Mas pretende que a sua carreira como apresentadora continue após o final de OK KO?

Gostava muito. Sou uma pessoa que depende muito da realização profissional para ser feliz e, dentro da comunicação, não me importo de explorar várias áreas ao mesmo tempo.

Vasco Palmeirim e Paulo Fernandes, também eles «filhos» da rádio, são novas promessas da televisão portuguesa. O que pensa sobre estas contratações?

O Paulo é um dos meus melhores amigos. O Vasco não é tão próximo, mas gosto muito dele e, sempre que nos cruzamos nos corredores, ele chama-me Mila Kunis. Estou muito orgulhosa dos dois e espero, com a ajuda deles, tornar a rádio num bem essencial.

Imagina-se a participar em projetos como Somos Portugal, Você na TV! ou Casa dos Segredos?

Ainda não tive tempo para pensar nisso. Estou sempre a dizer: vamos com calma. Uma coisa de cada vez.

Em Big Brother VIP, entrevistou alguns concorrentes dentro da moradia da Venda do Pinheiro. Qual a sua opinião sobre o género reality show?

Confesso que não vejo muita televisão. Sempre preferi filmes e séries, mas adorei a experiência de entrar na casa. Não sei como conseguem aguentar tanto tempo lá dentro. Ah… e adorei a Maria Francisca!

Que sonhos estão por concretizar?

Ainda tenho tudo para viajar. Vou ter cães, filhos e um terraço. Vou dar beijinhos na boca quando for velha e andar de mão dada na rua. Vou morrer. Fim!

Confira a mensagem de Vera Fernandes:

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