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Vasco Palmeirim fala sobre a estreia de «Sabe ou Não Sabe»

Vasco Palmeirim

Vasco Palmeirim

Estreia este sábado na RTP1 a versão portuguesa do programa espanhol Lo Sabe No Lo Sabe. O novo formato marca o regresso de Vasco Palmeirim à apresentação depois de ter sido aposta da estação pública para apresentar a segunda temporada de Feitos ao Bife inicialmente conduzido por Catarina Furtado. Em entrevista ao jornal I o radialista da Rádio Comercial conhecido do grande publico pelas músicas de paródia sobre  temas da atualidade falou dos primeiros passos no pequeno ecrã e a estreia do novo concurso da televisão estatal cujo prémio pode chegar aos 3000 mil euros.

Depois de se despedir da temporada de verão de Feitos ao Bife e prestes a estrear uma nova aposta o apresentador acusa a responsabilidade. «Estava nervoso quando me apresentaram o projeto e percebi que tinha tudo a ver comigo. Como me identifico bastante, aquela coisa de “Vamos lá ver o que dá” não existe. Isto é o que eu me via a fazer em televisão, há uma responsabilidade», começa por contar, e acrescenta: «É diferente do Feitos ao Bife que era feito em direto, em estúdio com teleponto, havia assim uma coisinha mais descansada no sentido em que estava tudo ali. Mas aqui não há teleponto, não há guião, nada. Aqui é apanhar pessoas na rua e a única coisa que está escrita são as perguntas que eu coloco; o programa vive muito da dinâmica com os concorrentes, das parvoíces que eu digo – que é basicamente a minha vida. Começámos para aí há duas semanas e tal, temos gravado quatro dias por semana. Agora estou nervoso em relação ao primeiro programa, quero ver a aceitação das pessoas», revela.

Para o apresentador da RTP o início da carreira pouco teve que ver com o que faz atualmente em televisão. «Foi uma coisa minha que apareceu num canal que se calhar é o único totalmente aberto. Imagina, tens uma ideia para um programa vais bater à porta do canal Q e eles dizem “a sério, qual é?”. Se calhar se chegares a uma televisão maior, eles dizem “Ah está bem, então mande por email”. São muito abertos e mesmo nós que trabalhamos lá se nos lembrarmos de qualquer coisa para fazer, fazemos», conta  e estabelece um paralelo com a anterior experiência: «Quando comecei a fazer o Feitos ao Bife foi pensar “finge que estás no Q”. Têm muito a escola de seres tu mesmo. Foi uma das razões pelas quais no Feitos ao Bife as coisas correram tão bem, apesar de saber que estava na RTP 1 e que tinha essa responsabilidade», conclui.

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