RTP

Sandra Felgueiras recusa comparações com Judite Sousa

Desde que a pivô do Jornal das 8 deixou a RTP que críticos de televisão têm classificado várias jornalistas da televisão do estado como possíveis sucessoras de Judite Sousa. Uma delas é Sandra Felgueiras que, contudo, recusa ser classificada como a herdeira da subdirectora de informação da TVI.

“Não, de todo. A Judite Sousa é uma grande jornalista que tem o seu pedestral, o seu lugar, o seu percurso e é imcomparável. Não é justo para mim, não é justo para ela, compararmo-nos. Ela é ela e eu sou eu. Quando eu digo que sou eu é no sentido que eu sou muito diferente da Judite. Ela tem uma forma de estar e de trabalhar que é incomparavelmente extraordinária. Não é que a minha não seja, é diferente. Falarmos de herdeiros… essas coisas não existem”, começa por dizer à edição desta semana da revista Notícias TV, para em seguida acrescentar: “Se quisesse ir por aí, então a herdeira seria a Sandra Sousa. Foi ela quem ficou com a Grande Entrevista (risos)”.

Convidada a comentar a possível falta que José Alberto Carvalho e Judite Sousa possam fazer à RTP, Sandra Felgueiras foi peremptória: “Todos fazem falta à RTP. A Judite e o José Alberto são extraordinariamente importantes no mundo da comunicação social em Portugal e o seu valor é indiscutível. Quem disser o contrário está a mentir. Agora, fizeram a opção deles, estarão muito bem onde estão, cada um no seu percurso. Toda a gente faz falta, mas toda a gente tem de estar realizada. Se eles estão, e eu sei que estão, porque tenho falado com eles, pelo menos com o José Alberto tenho falado mais vezes, com a Judite nem tanto.”

A terminar, a pivô do Sexta às 9 comentou o facto de, desde a saída dos dois directores, as caras da RTP passarem a ser novas, como o caso de Rita Marrafa de Carvalho, Sandra Sousa ou da própria Sandra Felgueiras: “Há abertura porque a saída da Judite Sousa e do José Alberto de Carvalho cria algum vazio. E a direção de Informação que agora está em funções decidiu dar espaço e protagonismo a outras pessoas. Não quero com isso dizer que com o José Alberto de Carvalho e com a Judite Sousa não houvesse igualmente espaço. Havia. Eram situações diferentes, porque eles tinham, e têm, as suas capacidades, os seus programas e, como se costuma dizer, “cada macaco no seu galho”. As pessoas têm de ter consciência daquilo que valem, daquilo que são capazes de fazer e dos desafios que se lhes colocam em cada momento. Acho que as coisas seguiram o seu percurso, eles decidiram sair, e acabámos por ter a sorte de haver algum espaço e pudemos ser chamadas a intervir. Não interpreto isso como tendo sido uma questão “antes não tínhamos espaço e agora temos”. É a vida.”, finalizou.

  • Biller

    São muito, muito diferentes. Quanto à Judite de Sousa, não compreendo aquele plano tão próximo, fazendo notar que ela está a ler o teleponto.

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