RTP

RTP deve impugnar novo processo de medição de audiências

Os resultados apresentados pela nova empresa medidora de audiências continuam a dar do que falar e a mais recente notícia dá conta de que a comissão de trabalhadores da RTP disse durante o dia de hoje que se a estação pública tiver assinado um contrato para a medição de audiências pela GfK deverá rescindi-lo ou, caso contrário, impugnar o processo, anuncia o Diário de Notícias online, citando a Agência Lusa.

“Ou a RTP não assinou contrato algum, e então deve impugnar de imediato um processo audimétrico que fala abusivamente em seu nome, passando daí à responsabilização da Comissão de Análise de Estudos de Meios (CAEM) pelos prejuízos já sofridos; ou então a RTP assinou algum contrato que não acautelava devidamente os seus interesses” que deverá ser rescindido, declarou a Comissão de Trabalhadores em comunicado.

Os trabalhadores da televisão do estado acusam a GfK de utilizar aparelhos de medição “comprados num bazar oriental, de fraca qualidade”, com um painel apresentado a mostrar “distorções muito consideráveis”. E comparam a situação a outro acontecimento que tem marcado a actualidade: “Tal como as agências de ‘rating’ destroem países inteiros com base em manipulações contabilísticas, estamos perante o risco de ver a RTP destruída com a ajuda decisiva de um passe de prestidigitação audimétrica”, acusou a CT, acrescentando que a candidatura daquela empresa ficou atrás das três concorrentes.

Esta quebra nas audiências “assenta como uma luva à campanha do ministro Miguel Relvas sobre o despesismo da televisão pública”, encontrando-se nesta combinação “a receita para lançar o camartelo contra a RTP”, afirmam.

  • Maria Ramalho

    colegas trabalhadores, bom dia
    todos temos direito ao trabalho, até aqui estados de acordo
    mas a RPT. tem colaboradores com vencimentos, milionários, sem terem formação na area em que estão, mesmo assim e como empresa do estado, têm que aceitar que é mesmo uma vergolha o despesismo dessa casa, VERGOLHOSO MESMO
    se todos somos de carne e osso, todos funcionários do Estado, porque razão há uma diferença tão GRANDE, nos vencimentos??? têm que aceitar a verdade
    por isso há aí pessoal que tem que ser despedido de imediato
    catarinas, martas, tanias, cerenelas, figueiras, felgueiras, sousas, fernandos moniz, gabrieis, baiões, malatos, velosos. tantos e tantos outros
    uma vergolha nacional
    por isso eu digo, não é justo
    sr. 1º Mimistro e ministro da tutela, porque esperam???
    Bom dia a todos que querem o bem de PORTUGAL

  • Pingback: CAEM desvaloriza descontentamento da RTP face às audiências | A Televisão()

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