RTP

Raul Solnado deverá regressar à RTP em 2009

Raul Solnado deverá regressar à RTP para participar num programa que o canal pretende transmitir em 2009. Depois das duras críticas que o actor dirigiu ao anterior director de Programas da estação Nuno Santos, no final de 2007, a relação entre Solnado e a RTP parece aproximar-se de melhores dias.


“Estamos ainda em fase de análise do projecto”, confirmou ao DN o actual director de Programas da estação, José Fragoso. No entanto, o responsável garantiu não se tratar de Amores Perfeitos, o formato mensal que o actor havia sugerido ao anterior director de Programas da RTP Nuno Santos, e que terá estado na origem das divergências. “Não é um talk show nem um programa de humor”, explicou José Fragoso. “É um projecto em que Raul Solnado terá um papel como apresentador”, concluiu o director de Programas da RTP.

Contactado pelo DN, o actor confessou não ter, ainda, conhecimento de nada. Relativamente ao desentendimento com a anterior Direcção de Programas, Raul Solnado afirmou não querer voltar a mexer no assunto.

Em Setembro de 2007, o actor considerou a hipótese de processar a RTP e de exigir uma indemnização cível por “danos morais”, processo que, afinal, acabou por não avançar. Em causa estava o programa Amores Perfeitos, que o actor teria proposto em Novembro de 2005 ao então director de Programas da RTP, Nuno Santos, e que o mesmo teria aceite sem, no entanto, chegar ao ponto de o concretizar.

O actor acusou, na altura, Nuno Santos [hoje director de Programas da SIC] de “não ter sido franco” e de ter sido “insolente”, adiando sucessivamente a assinatura do contrato. “Fiquei mais de 500 dias na expectativa, agarrado a um compromisso que a RTP não cumpriu”, disse Raul Solnado ao DN, a 2 de Setembro de 2007, confessando-se “muito magoado”.

As palavras do actor motivaram uma onda de protestos, com alguns colunistas a repudiar na imprensa o ocorrido. “Não se pode manter alguém em ‘banho-maria’, um ano e nove meses, à espera que se cumpra o contrato verbal firmado entre as partes. Se isto não se faz a ninguém, muito menos se faz a Raul Solnado”, escrevia Emídio Rangel no diário Correio da Manhã.

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