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Paulo Gonzo fala da expulsão de Salomé: «Uma injustiça!»

No sábado passado foi para o ar a 3ª Gala em direto d’ «A Voz de Portugal», o talent show da RTP1. Das quatro expulsões da noite, houve uma que levantou uma grande contestação: a expulsão de Salomé Caldeira, a concorrente que interpretou «Natural Woman» de Aretha Franklin. Em votação com Sílvio Switha, que interpretou «13 Mulheres» dos Expensive Soul, o público preferiu que o concorrente masculino continuasse na competição. A concorrente, de 18 anos, não conseguiu conter as lágrimas e, na hora da saída, confessou à revista TV 7 Dias que «Daqui para a frente é continuar e nunca desistir, procurar novos projetos. Ganhámos conhecimento e reconhecimento. Temos de nos conformar, isto é um concurso e continua a haver grandes vozes.».

Menos conformado estava Paulo Gonzo, mentor de Salomé e de Sílvio: «A Solomé passava sempre! Eu sou o mentor de ambos e não tenho preferências. Todavia, sei as limitações deles e o que podem dar. A música é a minha vida. Hoje houve uma injustiça tremenda, isto é para apurar a melhor voz de Portugal, não é por ser bonita ou ter mais fãs. A opinião dos profissionais deveria ter um peso enorme, a par da do público. Aquela rapariga não desafinou uma única nota, tem humildade, uma presença fantástica e uma classe infinita a cantar. O Sílvio não esteve bem e tem imensos problemas, à parte das questões técnicas. É muito inseguro e parte para as canções já chateado. Hoje, foi um dia triste.», desabafou à mesma publicação.

«Natural Woman» (Aretha Franklin) – Salomé Caldeira

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