Notícia aTV: Pedro Laginha considera horário de «Os Nossos Dias» inovador e arriscado

 Notícia aTV: Pedro Laginha considera horário de «Os Nossos Dias» inovador e arriscado

Ontem, o A Televisão esteve à conversa com um dos protagonistas da nova trama do canal um. Entrevistámos Pedro Laginha, que interpreta o vilão Rodrigo Macedo Gouveia em Os Nossos Dias, a novela da hora de almoço da RTP1. Hoje, por volta das 12h15, vai para o ar o primeiro episódio e, se tudo correr bem, esta história pode durar anos (recorde a notícia).

Pedro explica as características da sua personagem: «É uma espécie de vilão da história. Ele foi criado por uma família rica, cresceu com bastante dinheiro, mas sempre foi muito dominado pelos pais. Os pais sempre decidiram tudo na sua vez. Ele sempre acatou muito as ordens deles». E é então que as coisas começam a mudar na vida de Rodrigo. «Depois, a partir de um certo momento, descobre que tem uma filha de uma relação anterior e, pronto, acha que isso pode mudar a vida dele, incluindo a relação que tinha com a mãe da filha. Entretanto, começa a agir da pior forma possível para o conseguir, não olhando a meios para atingir os fins dele».

Relativamente ao horário, o ator acredita que foi tomada uma decisão acertada. «Penso que é inovador e é arriscado, claro que é. Mas penso que ganhamos com isso, porque não temos concorrência nenhuma nesse horário e, de repente, eu acredito que talvez a SIC e a TVI comecem a pensar também em pôr no mesmo horário outra coisa. Mas aí, nós já estamos a dominar o horário».

Sabe-se ainda que, até ao momento, já foram gravados mais de 100 episódios, sendo que estão previstos 300. «São 210 guiões para 300 e tal episódios. A história pode ser prolongada. As personagens vão saindo e entrando. Não sei se fico até ao fim. Nos primeiros 300 e tal episódios devo ficar. Agora o resto não sei, vamos ver», explicou Pedro Laginha. E, por fim, comenta como estão a decorrer as gravações, que já estão bem avançadas. «Muito bem. Estamos todos muito motivados, a gostar muito do que estamos a fazer e, pronto, desejosos de começar a sentir reações das pessoas».