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Inês Castel-Branco é musa de escritor

Ao som do piano, olhos postos no livro, Inês Castel-Branco lê com intensidade. São seis minutos de ‘Rosa Vermelha em Quarto Escuro’, novo romance de Pedro Paixão, para ouvir e ver no YouTube e no site do escritor: www.pedropaixao.net.

Autor de ‘Boa Noite’ e ‘Saudades de Nova Iorque’, entre outros, Pedro Paixão lança o livro na Bertrand do Chiado, Lisboa, já esta quarta-feira, dia 2 de Abril. Para o apresentar na internet, o autor escolheu uma nova musa: Inês. Ou melhor, alguém a escolheu por ele.

“Não conhecia a Inês. Falaram-me dela e achei que tinha a ver com o livro”, diz o escritor ao CM. “Todos nós somos mais do que a nossa profissão e também a Inês é mais do que a actriz que, 20 anos depois, dá vida a uma personagem [na novela ‘Vila Faia’] que deve ser bem diferente do que era”, considera Pedro Paixão, admitindo “nunca ter visto nem a novela original, nem esta”, já que há 20 anos que não tem televisão. “Nunca tinha visto a Inês mas ela leu o livro com muita alma.”

Com alma está também Pedro Paixão a dedicar-se a uma nova tarefa: a escrita para cinema. Hugo Diogo, jovem cineasta, apresentou-lhe uma ideia, “um pedregulho em bruto”, e o escritor estreia-se agora a escrever um argumento para Hugo.

“Já escrevi para ópera e teatro mas cinema nunca. Estou a adorar aprender e já tenho a estrutura”, avança o escritor, entusiasmado com a nova parceria com Hugo Diogo.

CONTO CHEGA AO CINEMA

Pedro Paixão está a escrever um argumento para Hugo Diogo realizar e o jovem cineasta está a adaptar ‘Saudades de Nova Iorque’, do escritor, para cinema. “Queria conhecer o Pedro Paixão, liguei-lhe e falei-lhe na ideia do filme”, conta Hugo. A trama, sobre “como sobreviver à morte de um filho”, com história cruzadas, agradou a Paixão. Já ‘Saudades de Nova Iorque’ encantou o cineasta que está já a escrever o argumento.

“O Hugo é de uma coragem, sensibilidade e inteligência imensas”, enaltece o escritor. E, mesmo sem nunca ter visto um filme do jovem realizador – autor de ‘Incógnito’ e de uma curta-metragem –, Paixão não tem dúvidas: “Tenho a certeza de que é óptimo. Estive anos à espera dele…”

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