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Exclusivo aTV: As primeiras palavras da vencedora do “Festival da Canção 2012”

Filipa Sousa

Diretamente do Algarve para Baku, no Azerbaijão. Filipa Sousa, para muitos uma das concorrentes de uma das edições da Operação Triunfo, para outros uma desconhecida. Mas a partir de hoje o seu nome fica registado na história daquela que é, segundo Pedro Granger, a “grande festa da música portuguesa”. Passava já da meia-noite quando chegou a unanimidade dos votos. Quer dos telespectadores, quer do júri nacional. Filipa Sousa e a sua Vida Minha tiveram na madrugada deste domingo a consagração. Venceram a quadragésima oitava edição do Festival da Canção.

A Televisão estava lá e, como não podia deixar de ser, recebeu as primeiras declarações, em exclusivo, da muito emocionada e surpreendida Filipa Sousa. “Não sei o que é que sinto sequer. Não sei, ainda estou encadeada com tanto flash, ainda não cai em mim”, começa por nos dizer a jovem.

E estaria Filipa a contar com esta vitória?“Não, não estava à espera. Estava à espera de um bom resultado, mas não quis pensar nisso, apesar dos comentários que se faziam na Internet, ou nos primeiros ensaios, tentei não me entusiasmar porque sabia que muita coisa podia mudar, fosse com o júri distrital, fosse com o televoto. E, então, tentei não me entusiasmar, concentrei-me em fazer uma boa prestação…”.

Mais uma vez, houve duas votações. E, ao contrário do que vinha a acontecer ao longo dos últimos anos, desta vez a decisão foi unânime. Tanto o público como o júri distrital ficaram fascinados com Vida Minha. Será que ao ver que tinha conquistado o júri, Filipa Sousa começou a ver a vitória a chegar? “Eu já não sabia como é que havia de olhar para a câmara”, começa por nos contar, acrescentado: “Nós pensamos, ok, o facto de ganharmos pelo júri distrital não quer dizer que vamos ganhar pelo televoto, porque o televoto pode mudar muita coisa”

Conquistado o nosso país, é agora tempo de começar a pensar no Azerbaijão e em toda a Europa. “Agora é que vão ser elas”, diz, entre sorrisos. E terá Vida Minha capacidades para superar o resultado alcançado por Senhora do Mar, o tema português que mais recentemente conseguiu um melhor resultado na Eurovisão e que é da mesma dupla do que o vencedor deste ano? “Não sei. É esperarmos para ver. Penso que a música tem força, eu gosto muito da música, é esperarmos para ver.” E será Vida Minha um bom retrato de Portugal? “Penso que sim, penso que tem um pouco de tudo. Mostra um pouco do fado, não sendo um fado puro, mas penso que tem um pouco de fado, tem sentimento”.

Prestes a despedir-se de nós, quisemos saber. Será que esta vitória vai ajudar a mostrar uma nova face da carreira desta talentosa jovem? “Pode ajudar. Isso agora cabe a mim tentar pegar e poder desenvolver trabalho a partir daqui, porque se não for eu a fazer por mim”.

Por fim, uma mensagem para todos aqueles que nela votaram: “Eu só quero agradecer muito, muito, muito, porque não estava mesmo nada à espera.”, concluiu, a sorrir.

  • Pmbml

    e não disseram a menina que os portugueses ODIARAM este Festival? Ou os comentários no facebook são para serem ignorados?

  • Dário

    Carlos Costa foi o melhor, merecia ter ido mais longe. Se fosse noutro país qualquer ele tinha ganho! Vamos ver quem vai ter mais sucesso e/ou vender mais CD’s daqui para a frente se a vencedora ou se o verdadeiro vencedor deste Festival, o Carlos claro!

  • Jéssica

    Concordo com o Dário, Carlos Costa era o verdadeiro vencedor. Vivemos num país de atrazados e por isso não ganhou. Este rapaz vai ser muito grande e ainda vai orgulhar muito os portugueses. O talento dele é demasiado grande para este país tão pequenino. Quanto á última pergunta que o Dário fez sem sombras de dúvidas que irá ser o Carlos, ele vai ser um grande artista. Ir com uma imitação barata da “Senhora do Mar” é mesmo pedir para nem sequer á final passar e é isso que vai acontecer.

  • Jéssica

    Concordo com o Dário. Este país é muito pequeno para o talento do Carlos Costa. Este menino ainda vai dar muito que falar, vai ser um grande artista quer a nível nacional quer a nível internacional, basta ele ser como é e acreditar que é possível que este miúdo vai chegar a onde ele quiser. Se ele fosse estrangeiro seria famoso a nível mundial e teria ganho. Esta imitação barata da “Senhora do Mar” é mesmo pedir para nem sequer á final passarmos.

  • Jéssica

    Concordo com  Dário. Este país é muito pequeno para o talento do Carlos Costa. Este menino ainda vai dar muito que falar, vai ser um grande artista quer a nível nacional quer a nível internacional. Basta ele ser como é e acreditar que é possível, que este miúdo vai conseguir tudo aquilo que quiser. Se ele fosse de outro país teria ganho e já seria um artista muito famoso a nível mundial, seria uma grande estrela pop. Esta imitação barata da “Senhora do Mar” não nos vai levar a lado nenhum, é mesmo a pedir para nem á final passarmos.

    • PJC

      Nao e o pais que e pequeno, mas a cancao que era muito fraca e repetitiva, se fosse escolhida ia ser mastigado e engolido pelas outras cancoes pop muito mais fortes que a do Carlos… Eu sou fan dele, mas nao gostei da cancao ou da apresentacao em palco….

  • Anon

    AHAHAHAH!! Que piada!!! Este Dário… Escreveu o mesmo comentário duas vezes, a concordar com outra pessoa, mas esqueceu-se de mudar de nome. Depois decidiu mudar o nome, mas toda a gente já percebeu. Trata-te! Vai para um Hospital psiquiátrico, vai! E depois faz isto tudo para parecer que são muitas pessoas a apoiar o Carlos, cuja música não era nada de especial. Oh Dário, trata-te!

  • ana

    A RTP começa a ser demasiado obvia nas suas escolhas Eurovisivas. 

    Além de que (e agora nada contra a canção vencedora, mas sim contra a estação pública) a RTP antes mesmo de ter inicio este festival assumiu que não queria que Portugal vencesse na Eurovisão porque ficaria demasiado dispendioso para a grave crise que se atravessa no país.
    SE NÃO QUEREM GANHAR NÃO PONHAM LÁ OS PÉS. É uma vergonha concorrer só por concorrer sem ter ambição. Tem de mudar urgentemente a forma de pensar, se não vão acabar por matar o festival de vez.

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