Estado de saúde de Malato preocupa Hugo Andrade

20130330 144821  Estado de saúde de Malato preocupa Hugo Andrade

José Carlos Malato manifestou recentemente o desconforto de apresentar um programa diário de segunda a sexta-feira em direto. O desconforto veio mesmo agravar-se porque a reta final do ano 2013 de José Carlos Malato ficou marcada pelos problemas de saúde do apresentador que o atiraram para a cama de um hospital.

No entanto, é mesmo o estado de saúde de Malato que deixam Hugo Andrade, diretor de programas da RTP, preocupado: «Se ele gosta ou não de apresentar o Portugal no Coração, se está com mais ou menos vontade de conduzir um qualquer programa, isso é o menos importante para mim. Neste momento, a minha única preocupação é perceber se o Malato, de quem sou muito amigo, está bem de saúde e se precisa de ajuda da nossa parte», sublinhou o responsável da estação pública à Notícias TV.

À publicação do grupo Controlinveste, Hugo Andrade reconhece a capacidade de trabalho e a «forma muito intensa» como o apresentador se dedica à condução de cada projeto. «Um programa diário é muito duro de se fazer e ainda por cima o Malato tem a característica de ficar com uma adrenalina brutal antes e durante os programas. Tenho receio que esta sua forma de viver as coisas lhe faça mal. Acredito que, neste momento, ele está a precisar do nosso apoio e teremos de perceber que apoio é esse de que ele precisa», sublinha o responsável que salienta ainda que a ansiedade de Malato lhe poderá prejudicar a saúde depois do enfarte sofrido em novembro do ano passado.

Hugo Andrade desvaloriza os desabafos de José Carlos Malato e classifica as queixas do apresentador como «uma situação normal». «O que ele disse à revista são desabafos naturais. Ele está muito ansioso. A nós, à estação, compete-nos fazer uma boa gestão dos recursos que temos e isso, às vezes, significa parar», disse o diretor de programas da estação pública que pretende rentabilizar o apresentador do Portugal No Coração noutras tarefas: «Muito pouca gente sabe, mas eu trabalho muitas vezes com o Malato na retaguarda. Quero que ele me ajude em algumas coisas que tenho em mãos. Sei que ele faz isso muito bem, que gosta de o fazer, e permite-lhe estar mais descansado, à secretária, ao pé de mim. Depois, à medida que formos vendo se ele está melhor, que a confiança dele se restabelece, poderá voltar para a frente das câmaras», esclareceu em declarações à revista de televisão dos jornais Diário de Notícias e Jornal de Notícias.

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