RTP

CDS-PP critica «salários milionários» na RTP

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O CDS-PP criticou hoje a política salarial na RTP, nomeadamente os «salários milionários» que são pagos na estação de televisão pública a «algumas estrelas que vivem muito acima das posses de muitos portugueses», sublinhando não se estar a refir aos «trabalhadores qualificadíssimos da redação da RTP».

Foi através do  deputado da bancada central Raul de Almeida, criticou a politica salarial praticada na RTP, nomeadamente os «salários milionários» que são pagos a « algumas estrelas que vivem muito acima das posses de muitos portugueses».

O deputado do CDS-PP iniciou a sua intervenção  a  elogiar o exemplo dado pelo novo presidente do conselho de administração da RTP, Alberto da Ponte, que aceitou ser remunerado de acordo com a tabela salarial dos gestores públicos, para em seguida sublinhar que o partido centrista continuará a «criticar a política salarial da casa».

«Compreendo que não se pode reduzir salários nos termos da lei mas lanço o apelo»,finalizou Raul de Almeida, durante a audição do ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, presente hoje em audição conjunta em três comissões parlamentares no âmbito da discussão na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2013.

A Comissão de Trabalhadores(CT) da RTP já se mostrou ao lado do CDS-PP nas críticas e recorda que a tabela salarial que se aplica aos trabalhadores começa nos 690€ e acaba nos 4.595€. A CT recorda ainda, que já em março emitira um comunicado que dizia «Os trabalhadores não milionários da RTP, a quem é aplicado o Acordo de Empresa, e não os contratos individuais das vedetas ou o estatuto de administrador, têm a comunicar à Srª Secretária de Estado que a tabela salarial nesta empresa começa nos 690 euros e acaba nos 4596 euros.Que se “adaptem” os vencimentos de todos os que trabalham para a RTP – incluindo estrelas e administradores que, não o sendo, são tratados como tal – tendo em conta o teto máximo defendido pela Comissão de Trabalhadores: 6.980 euros.» E relembram a necessidade do Ministério das Finanças tais medidas.

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