RTP

Catarina Furtado não se imagina a apresentar um reality-show

A Voz de Portugal Catarina Furtado


Com o regresso aos ecrãs marcado já para o próximo dia 29 de Outubro, a conhecida apresentadora falou com a edição desta semana da revista TV Guia sobre a sua carreira e a inevitável ligação a programa musicais.

“Se vinte anos depois ainda estou a fazer programas de música é porque este é um formato que vingou. A música continua a ser um elemento vendável, quer nas televisões privadas quer na pública. Tenho tido a sorte de apresentar grandes formatos, embora goste muito dos pequenos ‘cantinhos’, como Príncipes do Nada, ou coisas mais alternativas como Cidade Despida”.

E será que Catarina Furtado fica incomodada com a associação existente entre o seu nome e programas musicais? “Não, de todo. Aliás, tirando os reality-shows – que não fazem o meu género – as grandes apostas da televisão são programas de música”, defendeu, explicando em seguida os motivos que a levam a não ambicionar apresentar um reality-show: “Os reality-shows não fazem o meu género, mas sem nenhum tipo de arrogância da minha parte. E não fazem porque não acredito que esses formatos façam bem às pessoas, ou deixem alguma marca. Confesso que ainda tenho uma visão romântica de que podemos deixar alguma marca na nossa passagem pelas coisas. Não propriamente pessoal, mas para o futuro, que contribua, de alguma forma, para fazer um Portugal melhor ou um telespetador melhor. Acrescentar qualquer coisa à vida das pessoas”, explicou.

A terminar, a esposa de João Reis explicou ainda que acredita que os talent-shows musicais não “são mais do mesmo”: “Estes programas têm o condão de ajudar a revelar e lançar talentos. Pelo menos, têm esse lado positivo. E se há muitos sonhos que ficam pelo caminho – até porque se trata de televisão e de um jogo -, outros há que se conseguem concretizar. E sei disso porque, felizmente, tenho assistido ao nascimento de algumas carreiras. Se não são tantas como gostaria, até porque o mercado é pequeno, sou madrinha de muitos (artistas) que andam aí e que começaram há 20 anos. Isso dá-me orgulho”, concluiu.

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