«Os Nossos Dias»: resumo de 7 a 13 outubro

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Os Nossos Dias «Os Nossos Dias»: resumo de 7 a 13 outubro

Resumo de 7 a 13 de outubro da novela Os Nossos Dias.

Os Nossos Dias – 16º Episódio

Bela e Marta fazem os salgados para a noite de fados e desafiam Henrique para as ajudar. O rapaz nem responde porque está concentrado a jogar no telemóvel novo e Bela ordena-lhe que desligue o telefone. O filho fica irritado e grita-lhe que é uma injustiça. Filipe não gosta da atitude de Henrique e levanta a voz, proibindo-o de falar assim com a mãe.

Paulo começa muito bem a entrevista depois da sua equipa ter ganho o jogo que a qualificou para o campeonato distrital. Carla escuta com expectativa, orgulhosa do trabalho que teve para o ensinar a falar em público. Valdemar e Lurdes confessam a surpresa pela desenvoltura que ele revela, mas por pouco tempo. Quando o repórter começa a fazer perguntas, Paulo espalha-se ao comprido, levando Carla ao desespero e Valdemar e Lurdes, às gargalhadas. Nuno tranquiliza Tatiana e afirma que ela está preparada para cantar sem problemas na noite de fados do café. O ensaio prossegue e Tatiana descobre a letra que Bárbara fez para Nuno, convencendo-o a deixá-la cantar.

Marta confessa a Bela e a Filipe que está mesmo a precisar que a noite de fados a favor de Beatriz corra bem para ganhar animo e não lhe faltarem as forças.
Nuno e Tatiana não resistem à tentação e beijam-se com paixão, deixando que as mãos percorram os seus corpos. O pianista cai em si e afasta-a, dizendo que a mulher pode chegar a qualquer momento. Ficam constrangidos com a situação e despedem-se até à hora do espectáculo no café.

Teodoro mostra-se galante com Elvira, pretendendo saber se ela já tem o vestido pronto para a noite de fados. Ao invés do irmão, Júlia ataca a sua inquilina dizendo que ela anda sempre tão descuidada. Elvira reage com indignação e Júlio chama engatatão a Teodoro.
Paulo regressa à central de táxis e Valdemar faz questão de o ridicularizar perante os colegas, por causa da entrevista que ele deu no final do jogo como treinador da equipa. Carla reconhece que ele começou bem mas assume que acabou mal. Lurdes interrompe a galhofa e anuncia que o patrão decidiu cortar-lhes o subsídio de refeição por causa da crise.

Inicialmente os taxistas fazem grande burburinho mas Lurdes lembra que o subsídio era um privilégio e não um direito, clamando que quem tiver opinião contrária deve falar directamente com o patrão. O grupo desmobiliza, restando Carla que continua a protestar e Valdemar que a avisa que os colegas não mexem uma palha para nada. Carla fica incrédula com aquela passividade.

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