Cabo Geral

SIC Mulher não cumpriu quotas de programação de língua portuguesa em 2010

Em 2010 o canal temático Sic Mulher dedicou 37,5% da sua programação em língua portuguesa contra os 50% definidos pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social. O caso termina agora com uma sanção de admoestação.

No processo a SIC defendeu-se dizendo que a lei traz “situações de concorrência desleal”, pois  “apenas a SIC Radical e a SIC Mulher […] têm obrigações de difusão de obras nacionais e europeias”. Outros canais como AXN, Fox e Sony “limitam-se praticamente a emitir apenas ficção legendada”. Estes canais não estão sediados em Portugal.

O diretor de canais temáticos da SIC Pedro Boucherie Mendes, informou a ERC que cumprir as quotas estipuladas pela ERC “implicaria uma perda de audiências e até colocaria em causa a sobrevivência destes canais da SIC”.

A diretora da Sic Mulher Sofia Carvalho, em declarações ao Correio da Manhã referiu que a produção dos Estados Unidos da América é mais barata que a produção nacional ou europeia.

Apesar de considerar que a produção nacional é mais cara referiu que “foi sempre objectivo da SIC Mulher ter mais produção nacional na sua antena”.

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