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GfK defende-se das acusações de que tem sido alvo

António Salvador, presidente da GfK Portugal, em entrevista ao Público defende-se contra o que diz ser uma manipulação quanto à medição das novas audiências televisivas em Portugal e que muito têm dado que falar desde o final da semana passada.

Desde o início da medição oficial por parte da GfK que os resultados da RTP1 têm decrescido bastante e tem-se assistido a um protesto deaestação pública.

Em entrevista ao referido diário António Salvador refere que a GfK Portugal não oferece “shares”, mas sim consumos de audiências. “Ouço falar em comparações de ‘shares’ [entre a Gfk e a Marktest] e é extremamente desagradável, porque eu não sei o que medem os outros. Eu estou a medir 150 canais, DVD, os jogos e outras coisas, que não identifico, e dou percentagens de consumo de cada um deles. Se eu só tiver quatro canais, os ‘shares’ são maiores, porque o ‘share’ é a divisão entre os consumos identificados”.

O presidente da GfK refere também que “todos os dias há ajustes. Eu tenho de substituir por ano 20 a 25% do painel”. Os acertos estão a ser feito e que “o compromisso com a CAEM eram quatro meses desde o início para ter tudo acertado, mas isso não significa que esteja hoje mal”.

António Salvador vais mais longe dizendo que: “é demagógico, incorrecto, feio, misturar as coisas. E agora já estamos num registo de misturar com a intenção do Governo de fazer a privatização da RTP! Quando foi o concurso não havia essa intenção, não era este o Governo… por amor de Deus!”

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