Geral

Entrevista a Sílvia Alberto

Conhecida por apresentar formatos como “Êxtase”, “Ídolos” ou “Operação Triunfo”, Sílvia Alberto fala de como se sente em dia de estreia. A partir de ontem, a apresentadora será o rosto do “Olha Quem Dança” da estação pública.

Lê, na íntegra, a entrevista do jornal “Diário de Notícias”:

Que sente a horas da estreia de um programa?

Muito ansiosa. Sinto borboletas no estômago. Tenho muitas expectativas em relação a este formato.

Qual é a essência de Olha Quem Dança?

É um programa que vive do relacionamento entre pais e filhos. Já começámos a sentir alguns pequenos conflitos… porque a mãe não acerta o passo ou não consegue acompanhar o filho… Temos um cenário convidativo, muito aconchegante, em forma de arena, que promove a relação familiar.

E o programa ser em directo?

Que bom… É sempre um risco, mas é muito mais divertido. É um trabalho feito na hora, que fica pronto. Eu gosto muito da espontaneidade do directo.

Sexta-feira é um bom dia da semana? José Carlos Malato não foi feliz às sextas…

É um dia diferente, não é? O Malato fez o programa dele numa altura de transição na RTP. Neste momento a casa está mais arrumada. Penso que não será por ser feito às sextas que o programa sairá prejudicado. É uma noite difícil, mas se conseguirmos que seja apelativo e competitivo para uma boa fatia do público, tudo correrá bem.

Nota-se que está bem-disposta.

É verdade… Sinto-me leve. Este formato já estava a ser pensado há algum tempo. Eu já sabia que ia ter um programa de grande entretenimento nesta altura. E eu adorei este formato logo quando tive conhecimento dele, porque são feitos para que quem os faz também se divirta e com isso divertir o público.

Já houve colegas que lhe desejaram boa sorte?

Já. A Tânia Ribas de Oliveira, a Dália Madruga, o João Baião, que vai ser jurado… Mas as mensagens acumulam-se mais no dia da estreia.

Como é hoje a sua relação com concorrentes como os que participaram na Operação Triunfo?

Boa. Troco mensagens com muitos deles, como o Ricardo, a Denisa, a Vânia… E fico muito feliz por muitos deles terem conseguido arranjar trabalho depois da Operação Triunfo. Parece que já tenho uma missão de caça-talentos.

Sente-se uma das caras principais da RTP?

Sinto que tenho sido uma aposta da estação e sinto-me grata com isso. Nem tenho aparecido sempre porque tenho estado a estudar e a RTP tem sido muito compreensiva

Veste a camisola da RTP?

Completamente. É uma casa que recebe bem e uma casa que se conquista devagar… Claro que estou a falar das pessoas.

Quando deixou de ser uma menina que apresentava para ser uma mulher da televisão?

Sinto que estou mais segura do que era… Estou mais exigente comigo própria e mais consciente dos erros que cometo. Esse click fui sentindo… Tenho vindo a ganhar qualidades que me fazem mais crítica em relação ao meu trabalho. Mas a Operação Triunfo foi uma escalada vertiginosa e uma prova de fogo.

/* ]]> */

Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização. mais informações

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close