Cabo Geral

BIO dedica biografia a Bárbara Guimarães

JLI+BarbaraGuimaraes17

Partilhar a vida e a história das figuras públicas nacionais, é um dos objetivos do BIO, que dedica a sua próxima biografia nacional a Bárbara Guimarães, figura incontornável no panorama televisivo em Portugal.

Com estreia agendada para o dia 29 de Junho, pelas 21h30, o BIO dedica cerca de 55 minutos, de produção nacional, a lembranças e histórias da apresentadora partilhadas pelas pessoas que lhe são próximas.
A paixão pelo mundo da comunicação, as recordações de infância, os tempos de escola, a família e a sua vida profissional, são alguns dos temas abordados.
A avó Maria de Lourdes, o marido Manuel Maria Carrilho, Francisco Pinto Balsemão, Artur Albarran, o maestro António Vitorino de Almeida são alguns dos intervenientes neste documentário que ajudam a construir o percurso de vida da apresentadora.

É sempre difícil escolher (…), no entanto eu escolheria o Bolero de Ravel. Sabe porquê? Porque é sempre igual e é sempre diferente, assim é definida Bárbara Guimarães pelo maestro António Vitorino de Almeida.
Nascida em 1973, no Lubango, durante o período colonial português, Bárbara Guimarães vem para Portugal ainda bebé. A sua infância é feliz, o meu quarto essencialmente era um sítio de grande liberdade, podia levar para ali tudo, pedras, areia, bichinhos de conta, grilos, tudo…
Filha de uma professora primária e de um artista plástico é, contudo, com a avó materna que passa grande parte do tempo e ainda hoje essa relação é vivida de uma forma muito especial. “Não somos bem avó e neta, somos, sei lá, umas irmãs gémeas, eu não a tenho como neta praticamente, não é por não ter a função que ela tem, só mesmo aquilo que ela era para mim, como ela foi a primeira neta, fascinou-me muito”, diz-nos Maria de Lurdes Amorim.

Na escola, Bárbara é uma aluna aplicada e interessada. “Ela era uma aluna interventiva, gostava de falar, de participar nas atividades, de apresentar os trabalhos”, recorda Magda Sousa a professora de Língua Portuguesa durante o Secundário.
Para ela, Bárbara teria um caminho ligado às Artes porque “era uma aluna muito sensível e aquela sensibilidade chamou-lhe a atenção porque ela era uma aluna vocacionada efetivamente para a área de humanidades, para comunicar”.
É esse à vontade que a leva à formação em Jornalismo e a uma candidatura para a TVI. Artur Albarran, um dos jornalistas mais mediáticos da TV portuguesa, é quem lhe faz o casting e percebe naquele momento o potencial da jovem candidata. “Ela tem uma imagem muito credível, e foi isso que senti quando olhei para um plano fechado dela, quando estávamos a fazer o casting, como percebi que ela tinha uma coisa que uma apresentadora deve ter, que é uma coisa inexplicável, tinha lá aquela capacidade inata”.
“Falei com o Albarran, muito simpático, correspondia ao que nós achávamos dele na TV, com a voz característica”, recorda Bárbara. “Foi a passagem para algo que eu tanto desejava mas ao mesmo tempo com um grau de grande ingenuidade e de irresponsabilidade, fazer um Telejornal? Se isto passa na cabeça de uma pessoa aos 20 anos.”

  • Joao

    Muito bom , gostei !

/* ]]> */

Este site utiliza cookies. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização. mais informações

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close