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Alteração do sistema de medição de audiências ainda não foi concluída

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gfk-logoLuís Marques, presidente da Comissão de Análise de Estudos de Meios (CAEM), está «otimista» com a conclusão do processo de alteração do sistema de medição de audiências. «É preciso ter sangue-frio. Há muita polémica, mas o interesse da CAEM e a sua missão é gerir este processo a contento de todos os parceiros, independentemente da satisfação de um ou de outro», começa por dizer ao Correio da Manhã o também diretor-geral da SIC.

O presidente da CAEM acredita que «seria dramático, numa altura de crise, que o mercado estivesse sem audiências» e acusa que «a obrigação de cada operador não é criar instabilidade, mas estabilidade». Luís Marques sublinha que «o que cada operador tem de fazer é ajustar a oferta» à nova realidade, acrescentando que «A SIC está a fazê-lo, espero que os outros também» o façam. Pedro Norton, presidente executivo da Impresa, dona da SIC, defende as críticas que são feitas ao sistema da GfK, em vigor desde março de 2012, e diz ser «injusto» afirmar que foi a mudança que contribuiu para a melhoria das audiências da estação de Carnaxide no último ano. «Já estávamos a crescer no painel anterior», disse.

Na semana passada, a CAEM (que reúne os meios, agências e anunciantes), reuniu-se para analisar o relatório final sobre o plano de correções ao sistema de audiências da GfK (que terminou a 28 de fevereiro). Nessa reunião, não se chegou a um consenso.

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