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Daniel Oliveira contraria ideia de fazer chorar entrevistados

Em entrevista ao jornal SOL, Daniel Oliveira, atualmente à frente do «Alta Definição» conta tudo. O apresentador de 31 anos que se foi campeão nacional de xadrez aos 13 anos e três anos mais tarde fundou um jornal “caseiro”, foi dando os primeiros passos até ter começado a trabalhar na SIC.

Com o rótulo de amigo dos futebolistas, o subdiretor de Conteúdos e Entretenimento também é conhecido por fazer os seus entrevistados chorar, mas ele próprio não se recorda da última vez que caiu uma lágrima do seu olho.

De facto, o apresentador diz que o objetivo não é fazer chorar os seus convidados, mas sim fazer com que «as pessoas se revelem o mais possível e não é fácil perceber uma pessoa sem passar pelos momentos fraturantes da sua vida». Diz ainda que «Cresce-se mais no sofrimento, como o António Feio, porque foi o entrevistado que vivia a situação mais fraturante e ainda assim aparentava uma calma perturbadora. Mas, nas entrevistas que mais marcaram, as pessoas não choraram: António Feio, Artur Agostinho, Manuela Moura Guedes, Nicolau Breyner, Ruy de Carvalho, Eunice Muñoz. A maioria dos convidados não chorou. Só que o momento em que alguém chora fica mais na retina e as pessoas tendem a tomar a parte pelo todo. O meu propósito não é que chorem.»

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