Cabo

Meo lança serviço para crianças

A plataforma de televisão da Portugal Telecom, Meo, tem desde quinta-feira à disposição dos assinantes, sem custos adicionais, uma área com conteúdos lúdicos e educativos destinados aos mais novos.

Brincar ao jogo do galo, cantar músicas das Just Girls ou aprender a fazer pipocas são algumas das actividades possíveis de aceder apenas com o comando do televisor. O objectivo não é fazer com que as crianças passem mais tempo frente ao televisor, mas sim que durante esse período sejam menos passivas e decidam que tipo de utilização lhe querem dar.

“Estamos a revolucionar a forma como olhamos para o aparelho e a utilizá-lo para ir muito além de ver televisão”, sublinhou ontem o administrador Pedro Leitão, na apresentação do novo serviço.

Numa área especialmente destinada aos mais pequenos, e subdividida em duas faixas etárias – dos 4 aos 6 e dos 7 aos 10 anos – pode aceder-se a notícias sobre as estrelas do mundo da música e dos craques do desporto, vídeoclips de música, karaoke, informação sobre várias modalidades desportivas, sugestões de leitura e jogos interactivos. Existe ainda um contador de histórias.

Na criação dos conteúdos participaram parceiros especializados como o Sapo Kids, Texto Editores, Canal Panda e o Teatro Infantil de Lisboa, entre outros.

Os menus também dão acesso directo à zona de canais infanto-juvenis e à de filmes e séries da oferta videoclube (a única valência que é paga à parte, tal como acontece com os filmes para os mais crescidos).

“A navegação e a usabilidade foi testada por crianças”, explicou Vera Pinto Pereira, directora de Produto Televisão, acrescentando que o projecto continuará a ser desenvolvido. “É um segmento que quer sempre mais e muito exigente”.

Sofia, de 11 anos, e o irmão, Filipe, de 5, foram dois dos “peritos” que testaram o Meo Kids e que ontem mostravam a sua perícia na utilização do comando. Enquanto que as preferências da velha iam para o desporto e a música, o mais novo revelou gostar dos jogos “do galo e da memória”.

No final de 2008, o Meo registava 312 mil assinantes.

Ana Gaspar, JN

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